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blog do marcelo

labo

:: 24/maio/2026 . 17:57

Ricardo Teles (Corujão), um irmão, nos enviou esta bela reflexão de Marcel Mariano. Vale a leitura.

“Atribui-se à Heródoto de Alicarnasso a condição de pai da história, por ter sido exímio narrador das civilizações antigas, destacando suas misérias e seus esplendores. Em visitando o Egito antigo, teve ocasião para afirmar que aquela nação era um presente do Nilo, seu principal rio até os dias de hoje.

E nas páginas amareladas da história, todos eles, os grandes impérios do passado, passaram…
Suas capitais suntuosas, seus imperadores ou reis arbitrários, suas culturas fascinantes e sua filosofia exuberante. Em museus e arquivos ainda se preservam registros dessas sagas apaixonadas e febris de tempos passados.
Igualmente, cada um de nós possui um histórico de vida, a se perder num pretérito insondável.
Não nos referimos aqui tão somente ao equipamento físico, recebido pelo espírito como empréstimo precário na fecundação e devolvido por ocasião da anóxia cerebral. Nossa metragem se estende além do zigoto e vai depois da campa mortuária.

Em quantas culturas já estivemos mergulhados corporalmente, experimentando essa ou aquela experiência evolutiva?

Ora em destaque econômico e político e outras vezes em condição de pária social. Vestindo trajes finos ou sob trapos imundos. Manejando o saber da língua, da cultura e do conhecimento científico, então disponível, e em outras circunstâncias, sob a zombaria do populacho irresponsável, vergado ao peso da ignorância e do analfabetismo.

Membro de família opulenta, assinalada por vastos recursos financeiros, ditando a conduta que outros deveriam seguir, e algumas vezes em mergulho na constelação familiar pobre, criando ovelhas e cabras em terras secas e hostis.
Morando em promontórios de beleza indescritível, de frente para os oceanos conhecidos, mas em alguns períodos situados pela vida em pleno deserto, experimentando a escassez de água e a aridez das paisagens.

Sim, ninguém pode negar que somos viajores de muitos corpos, buscando a verdade existencial.
Santuários famosos foram por nós visitados, à cata de informações sobre o destino e as amarguras da vida. :: LEIA MAIS »

Brasileiros “entre a cruz e a espada”! Leia a opinião do engenheiro Gilberto Luna sobre a polarização no país.


Amigos e amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, como é do conhecimento de todos, o ilustre engenheiro civil Gilberto Ferreira Luna sempre colabora aqui com o nosso blog, trazendo opiniões e reflexões para a sociedade conquistense e regional. Ele escreve sobre fatos relevantes do momento político que vivemos e também retoma acontecimentos marcantes da história do nosso país.

Desta vez, Gilberto traz uma importante reflexão sobre o momento atual do Brasil. A questão política, ideológica e partidária, marcada por uma polarização nacional que, conforme ele observa, acaba cegando muitos brasileiros, impedindo uma reflexão mais ampla sobre a situação danosa que atravessamos.

Vivemos uma polarização absurda, em que parte da população parece não conseguir seguir um norte, pensar em uma terceira via ou sair dessa disputa ideológica que, muitas vezes, deixa o país sem alternativa quando não há renovação de nomes e lideranças.

Ninguém quer, absolutamente, que sejam esquecidas as figuras que, ao longo da história, contribuíram para o desenvolvimento econômico, social e político do nosso país. Mas também não é possível imaginar que novos nomes, novas forças e novas lideranças não possam surgir.

Enquanto isso, o país vai deixando a água escorrer entre os dedos. Um Brasil tão rico, tão próspero, tão presente na vida mundial, com uma economia forte, belezas naturais extraordinárias e riquezas imensas, precisa encontrar caminhos que estejam acima da simples disputa entre extremos. :: LEIA MAIS »

Cuidado: já estão falsificando as figurinhas da Copa do Mundo! A turma do alheio não dá sopa.


Eu me lembro muito bem. Isso foi por volta dos anos 70, naquela disputa mundial em que o Brasil sagrou-se tricampeão do futebol mundial, lá no México, depois de uma retumbante vitória da nossa seleção contra a Itália, numa final majestosa vencida por quatro tentos a um.

Celebrávamos um placar elástico, coroado com aquele golaço de Carlos Alberto Torres, lateral-direito que já não está entre nós. Antecedendo o campeonato mundial, foi lançado o álbum de figurinhas, que era, na verdade, um encantamento para a criançada, que se juntava aos pais para fazer trocas.

Ia-se às bancas de revistas aqui em Vitória da Conquista. Quanta alegria. Filhos, pais, amigos faziam a festa, todos procurando completar o seu álbum. E assim continuou. Continuou como uma vivência de integração geral. Um verdadeiro luxo, podemos assim dizer.

Passa-se o tempo, perde-se um pouco da magia, algumas coisas vão sendo esquecidas, se perdem na poeira do tempo, mas a história, por fim, acaba sendo resgatada.

E agora voltamos. Quanta felicidade da meninada que está indo aos shoppings, às praças, aos lugares onde as famílias possam se reunir para, juntas, pais e filhos, fazerem aquilo que a vida um dia nos ensinou: que os momentos mais felizes são vividos ao lado dos familiares, em comunhão com os amigos, em atividades saudáveis como essa dos álbuns de figurinhas. :: LEIA MAIS »

O Brasil inteiro festeja o forró nordestino, inclusive Brasília. Programação já começou e segue até o mês de agosto.


Meus amigos, minhas amigas, recebo com muito carinho essa foto enviada pela minha querida amiga Valéria, filha da ex-secretária de Educação do Município de Vitória da Conquista, Maria Célia Ferraz Mascarenhas, e do saudoso ex-prefeito e ex-deputado federal Raul Ferraz. A imagem chega trazendo uma constatação bonita e que merece reflexão: em Brasília já se vive o clima do São João, já se celebra essa tradição nordestina que tem aqui na nossa região, especialmente no Sertão Baiano, uma das suas maiores expressões culturais.

A programação junina na capital federal já começou e seguirá até o mês de agosto. Vejam que interessante: enquanto tantas vezes nós mesmos relativizamos ou diminuímos aquilo que é tão nosso, outras regiões do país abraçam com entusiasmo as nossas tradições.

O forró pé de serra, a fogueira, o munguzá, a canjica, os fogos, as quadrilhas, o sanfoneiro, os cantadores, os zabumbeiros, tudo isso representa muito mais do que uma festa. É uma manifestação cultural que nasceu do povo, da vida no campo, da colheita, da convivência comunitária e do sentimento de pertencimento.

É claro que o mundo muda, os costumes se renovam e novas formas de entretenimento surgem. Isso é natural. Não se trata de negar o novo nem de resistir ao tempo. Mas também não podemos permitir que as nossas referências culturais desapareçam como se não tivessem valor. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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