Diogo Azevedo, Nelson de Vivi, Luciano Gomes, Ivan Cordeiro e Bibia falaram ontem ao Agito Geral como votaram no PL que propõe a criação de cargos comissionados pelo Executivo.

O projeto de lei encaminhado pelo Executivo Municipal à Câmara de Vereadores, propondo a criação de cargos comissionados, movimentou intensamente o cenário político local na sessão realizada ontem. Como era de se esperar, a matéria gerou polêmica, principalmente por estarmos em um período pré-eleitoral, cujos desdobramentos já apontam para as disputas que se estenderão até 2028.
A proposta foi apreciada pelos vereadores, que analisaram e votaram conforme suas convicções, enquanto a população acompanha atentamente cada movimento do Legislativo. A iniciativa da prefeita Sheila Lemos provocou debates e diferentes interpretações, refletindo o momento político vivido pela cidade.
Durante a cobertura no programa Agito Geral, buscamos ouvir os parlamentares sobre suas posições. O vereador Diogo Azevedo, do União Brasil, afirmou ter votado contra o projeto, posicionamento semelhante ao de Nelson de Vivi, que também rejeitou a proposta e assumiu publicamente seu voto.
Por outro lado, o vereador Luciano Gomes votou favoravelmente ao projeto, apresentando justificativas que, segundo ele, sustentam a necessidade da medida proposta pelo Executivo. Na mesma linha, o líder da bancada governista, Bibia, também votou a favor e afirmou que manteria essa posição sempre que necessário.
O presidente da Câmara, Ivan Cordeiro, explicou que, por prerrogativa do cargo, não participa das votações ordinárias, a não ser em caso de empate, quando exerce o chamado voto de minerva. Assim, não houve manifestação de voto por parte da presidência nesta ocasião.
Alguns parlamentares não se pronunciaram no momento da abordagem. A vereadora Léia preferiu não conceder entrevista por motivos pessoais, enquanto a vereadora Cris Rocha não permaneceu para falar. Já o vereador Andresson Ribeiro havia sinalizado disponibilidade, mas não foi localizado posteriormente no plenário. Registra-se ainda a ausência da vereadora Lara Fernandes na sessão.
O episódio evidencia o clima político cada vez mais aquecido na cidade, com posições bem definidas e um cenário que tende a se intensificar à medida que se aproximam as eleições de 2026. A população acompanha, observa e faz sua própria leitura dos fatos, enquanto o debate político segue em plena ebulição.
















