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:: 21/abr/2026 . 1:23

Wagner Alves: “foram mais de 70 mil votos dados a candidatos que não são de Conquista e só vieram aqui nas eleições passadas e depois sumiram”.


Há verdades que precisam ser ditas, e uma delas foi colocada de forma direta por Wagner Alves, advogado, pré-candidato a deputado estadual, filho de Vitória da Conquista, alguém que conhece a realidade da nossa terra e vive o dia a dia da nossa população.

Em uma conversa durante uma caminhada, ele trouxe um dado que chama atenção e que precisa, de fato, ser refletido por todos nós. Segundo levantamento mencionado por ele, mais de 70 mil votos de conquistenses foram destinados a candidatos que não têm ligação com a cidade, que aparecem no período eleitoral e, após as urnas, simplesmente desaparecem.

Esse é um ponto central do debate político local. Não se trata de ideologia, não se trata de esquerda ou direita, mas de representação. A cidade precisa entender o peso do seu voto e o impacto que essa escolha tem no futuro do município e de toda a região sudoeste.

Hoje, quando se fala em deputados estaduais com presença efetiva na cidade, alguns nomes são lembrados, como Fabrício Falcão e Zé Raimundo. Mas, diante do volume de votos que sai daqui, a pergunta é inevitável: onde estão os demais representantes que receberam votos da população conquistense? :: LEIA MAIS »

Luiz Inácio Lula da Silva define sua chapa em São Paulo: ao seu lado, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet. Avaliação interna aponta um time competitivo para enfrentar Tarcísio de Freitas.


O presidente Lula, candidato à reeleição, começa a mostrar, de forma clara, a sua estratégia política para um dos principais palcos eleitorais do país: o estado de São Paulo. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se estivesse utilizando a prorrogação para definir o jogo logo nos primeiros minutos, escalando um time que, segundo o seu núcleo mais próximo e a militância, reúne condições de enfrentar com força o atual governador Tarcísio de Freitas.

O movimento não é simples. Ele envolve, inclusive, mudanças importantes dentro do próprio governo, com ajustes no ministério e a consolidação de nomes que extrapolam o Partido dos Trabalhadores. Marina Silva e Simone Tebet, por exemplo, não são quadros históricos do PT, mas passaram a integrar o núcleo político mais próximo do presidente, reforçando uma estratégia de ampliação de alianças.

Esse desenho revela uma tentativa clara de construir uma frente mais ampla, capaz de dialogar com diferentes segmentos do eleitorado. Marina Silva, que já foi candidata à Presidência da República em outras ocasiões, retorna agora como uma aliada importante dentro desse projeto. Simone Tebet, que também trilhou um caminho político inicialmente distante do campo petista, hoje ocupa espaço relevante e participa ativamente desse processo. :: LEIA MAIS »

Aécio Neves sinaliza para Ciro Gomes; centro-direita já observa possível composição com Romeu Zema. População tenta escapar da polarização.


A política é uma arte. É um jogo complexo, dinâmico, que se movimenta como um verdadeiro tabuleiro de xadrez. As peças são mexidas constantemente, e nada permanece estático por muito tempo. Como dizia o mineiro Magalhães Pinto, política é como nuvem: muda de lugar a qualquer instante. E é exatamente isso que estamos assistindo no cenário nacional.

Embora exista uma parcela que insiste na polarização, esse embate interessa diretamente aos dois extremos. De um lado, os que apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição; do outro, aqueles que orbitam o campo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Cada grupo mantém uma base consolidada, que gira em torno de aproximadamente 30% do eleitorado, o que deixa uma fatia significativa da população ainda em aberto, observando, analisando e esperando novas alternativas.

É justamente nesse espaço que surgem movimentos como esse que começa a ser desenhado. A sinalização de Aécio Neves em direção a Ciro Gomes não é um gesto isolado. Já existem leituras dentro da centro-direita que enxergam, com interesse, uma possível composição envolvendo Ciro e Romeu Zema, governador de Minas Gerais, um estado estratégico do ponto de vista eleitoral. :: LEIA MAIS »

Conjuntura política: hoje, terça-feira, o professor Wilton Cunha será entrevistado no Agito Geral e falará sobre as eleições de 2026.

É sempre um privilégio entrevistar o professor Wilton Cunha. Um educador respeitado, com sólida formação e larga experiência na área de estatística, que se consolidou como um dos mais atentos analistas políticos do nosso cenário. Ele tem suas convicções, como qualquer cidadão, mas se destaca exatamente pela capacidade de fazer uma leitura técnica, equilibrada e acessível ao grande público.

Ao longo do tempo, já tivemos diversas oportunidades de recebê-lo em nosso programa, e todas elas foram marcadas por uma repercussão extremamente positiva. O reconhecimento vem dos próprios ouvintes, que destacam não apenas o conhecimento do professor, mas também a forma didática com que ele traduz temas complexos para uma linguagem clara e compreensível.

Por isso, fica aqui o convite especial: logo mais teremos mais uma edição importante do nosso programa, com uma entrevista que promete aprofundar o debate sobre o cenário político de 2026. Vamos tratar das movimentações nacionais, dos reflexos no estado da Bahia e, naturalmente, dos impactos aqui em Vitória da Conquista, que também vive intensamente esse momento de articulações e definições. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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