:: 28/nov/2025 . 19:10
Fagner encanta Conquista e sai encantado com a cidade. Foram duas horas de show e o público cantando com ele.

Olhe, sinceramente, escolher um título que faça jus à noite de ontem, no Centro de Convenções Divaldo Franco, não é tarefa simples. Qualquer título possível seria merecido, porque o show de Raimundo Fagner foi uma celebração grandiosa, imponente, emocionante. Uma realização do Massicas, que comemora cinquenta anos de atuação em Vitória da Conquista, na Bahia e em várias cidades do Brasil.
Cinquenta anos também celebra Fagner, que iniciou sua carreira em plena ascensão e esteve pela primeira vez em nossa cidade em 1976. Naquele tempo, apresentou-se no antigo Cine Glória, com capacidade para apenas quatrocentas pessoas, onde hoje funciona a Igreja Universal. Meio século depois, retorna como um dos nomes mais importantes da música popular brasileira, trazendo sua trajetória vitoriosa para um reencontro histórico com o público conquistense.
Ontem foi consagração. A cidade estava em clima de festa, de celebração e de reencontro. Fagner marcou gerações e continua marcando. Quem o ouviu desde o início da carreira teve a chance de reviver cada canção e cada memória. E os filhos, muitos levados pelos pais, puderam descobrir um artista de personalidade marcante, voz inconfundível e repertório que emociona profundamente. Fagner é atemporal. :: LEIA MAIS »
Bahia segue ignorada. Licitação só em setembro de 2026. E o parlamento baiano permanece em silêncio sepulcral.

Na última quarta-feira, logo cedo, ao acordar, deparei-me com uma notícia enviada pelo ilustre amigo José Maria Caires, idealizador do movimento Duplica Sudoeste, apoiado por toda a sociedade conquistense. Desde o Poder Executivo ao nosso Parlamento Municipal, passando por deputados que, ao longo desses anos, engrossam as fileiras nessa batalha hercúlea pela duplicação da BR-116.
Mas, lamentavelmente, para nossa profunda tristeza, a nota enviada por Zé traz uma informação que desanima, que derruba qualquer expectativa e que escancara a fragilidade da nossa representação parlamentar na Bahia, especialmente no que diz respeito a Vitória da Conquista.
E aqui não se trata de apontar dedos individualmente, citar nomes ou siglas partidárias. A cobrança é coletiva. Vai para todo o parlamento baiano, sem exceção, incluindo também o Senado Federal. É inadmissível que não escutemos vozes firmes, indignadas, exigindo providências. Pedidos tímidos existem, mas cobranças consistentes, enérgicas e responsáveis não vemos.
Instala-se um silêncio. Um silêncio ensurdecedor. Um silêncio cúmplice. O parlamento calou-se. :: LEIA MAIS »
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