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As manifestações sobre candidaturas “laranja” continuam como tema central em nossa cidade. Agora é a vez do Partido Verde se posicionar sobre o assunto.

Já tivemos a oportunidade de publicar, aqui em nosso blog, duas matérias tratando da polêmica em torno das chamadas candidaturas “laranja”. Vitória da Conquista acompanha atentamente um caso que despertou o interesse do cenário político local.

Como todos sabem, o vereador Natan da Carroceria foi eleito nas urnas, conquistando a confiança do eleitorado conquistense. Portanto, seu mandato é legítimo, respaldado pela vontade popular. Não podemos, de forma alguma, ignorar essa realidade. É justo reconhecer que ele, no exercício de seu mandato, terá espaço no Parlamento Municipal para apresentar sua defesa e continuar atuando em prol da população, especialmente daqueles que lhe confiaram o voto.

Por outro lado, também é papel deste blog — um espaço democrático — dar voz a todas as manifestações que buscam esclarecer os fatos e contribuir para o debate público.

É nesse contexto que o Partido Verde nos procurou oficialmente, solicitando espaço para se posicionar sobre os recentes acontecimentos. Assim, com o compromisso de informar e garantir pluralidade de opiniões, publicamos na íntegra a nota enviada pelo PV de Vitória da Conquista sobre o tema das chamadas “candidaturas laranja”.

Segue abaixo o texto do Partido Verde:

Congresso Nacional: uma breve reflexão escrita pelo professor Dirlei Bonfim, a quem atendemos o pedido de publicação


A política nacional tem gerado uma série de preocupações para a sociedade brasileira. Sabemos que não há como viver sem a política, pois ela é, em essência, a arte da convivência e da gestão pública. No entanto, é fundamental que essa arte seja melhor praticada por diversos setores da nossa sociedade.

Vivemos, hoje, um momento delicado no país, onde constantemente ouvimos declarações do presidente da República, de seus ministros, do Congresso Nacional e do Senado, que causam inquietação. A classe política, em muitos momentos, tem deixado os brasileiros em estado de alerta, diante de posicionamentos e ações que não correspondem às expectativas da população.

Neste contexto, é natural que intelectuais, professores, jornalistas e outros formadores de opinião se manifestem. É o caso do professor Dirlei Bonfim, que nos encaminhou uma breve reflexão sobre o atual momento político brasileiro e nos pediu que a publicássemos.

A seguir, compartilhamos o texto enviado por ele. Ressaltamos que esta é uma manifestação pessoal do professor Dirlei Bonfim. O conteúdo não representa, necessariamente, a opinião editorial deste blog. No entanto, acreditamos na importância de abrir espaço ao diálogo e à pluralidade de ideias, permitindo que diferentes pensamentos circulem e contribuam para a construção democrática. :: LEIA MAIS »

Mulheres ganham destaque no governo Sheila: com a chegada de Daniela Oliveira à Secom, equipe feminina chega a seis secretárias


A prefeita Sheila Lemos reforça mais uma vez o protagonismo feminino em sua gestão. Com a nomeação da jornalista Daniela Oliveira para a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), o governo municipal de Vitória da Conquista passa a contar com seis mulheres à frente de pastas estratégicas.

A nomeação oficial de Daniela ainda não havia sido publicada até o fechamento deste texto, mas seu nome já foi apresentado à equipe durante reunião realizada na tarde desta segunda-feira (30), pela própria prefeita. Daniela assume o lugar de Luiz Fernando, que pediu exoneração do cargo para retornar a Salvador, onde irá assumir a Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a convite da presidente Ivana Bastos.

Luiz Fernando, que esteve à frente da Secom por dois anos, foi reconhecido pela prefeita e pela equipe de governo como um profissional de alto nível, deixando como legado um trabalho consistente e bem avaliado no campo da comunicação institucional. Sua volta à ALBA é vista como um reconhecimento ao trabalho já desempenhado anteriormente na Casa Legislativa. :: LEIA MAIS »

Fluminense, um GIGANTE! Venceu. Mereceu. Convenceu. Não deixou dúvidas: a vitória foi absolutamente tricolor.


Meus amigos, acabou há poucos instantes o jogo entre o Fluminense e o Inter, e o que assistimos foi uma partida de altíssimo nível. Mas o que mais nos alegra — e emociona — não é apenas a vitória em si. É o modo como ela aconteceu. O Fluminense não só venceu, como venceu com autoridade. Ganhou jogando bem, mostrando domínio e segurança. Uma vitória sem contestações, sem “poréns”, sem “e se”.

Quando um time vence assim, com justiça e com futebol bem jogado, a satisfação é ainda maior. Isso traz confiança para a sequência da competição e nos permite sonhar com mais. Sonhar alto, e com razão. Hoje, o Tricolor das Laranjeiras foi soberano. Entrou em campo com personalidade, jogando com raça, técnica e inteligência.

E olha que o adversário era forte. Mas o Fluminense mostrou que estava pronto. Mostrou que queria mais. :: LEIA MAIS »

O Flamengo perdeu. E perdeu para ele mesmo — com a colaboração, claro, do Bayern de Munique. O placar foi justo, mas o torcedor sabe que poderia ter sido melhor.


O resultado do jogo entre Flamengo e Bayern de Munique foi, sim, justo. A equipe alemã apresentou um desempenho superior, mais consistente e soube aproveitar os erros do adversário. Nos primeiros oito minutos, confesso: temi pelo pior. Mesmo não sendo torcedor do Flamengo, como já declarei aqui no blog e também no programa
Agito Geral, na rádio, não vejo motivo para torcer contra qualquer time brasileiro em competições internacionais.

E ali, no começo, parecia que o Bayern atropelaria. Mas o Flamengo reagiu. Entrou no jogo e mostrou que estava vivo. O problema é que, contra times como o Bayern, você não pode errar — e o Flamengo errou. E não foi um erro qualquer: foi uma falha gritante, infantil, inadmissível para um time de alto nível. O Bayern, como manda o figurino alemão, aproveitou e fez o terceiro: 3 a 1.

Apesar de o domínio alemão não ser absoluto em termos de volume ofensivo, a posse de bola foi amplamente favorável a eles. Mas posse, como sabemos, não ganha jogo. O que ganha jogo é capricho — coisa que faltou ao Flamengo em momentos cruciais. Essa mania, cada vez mais comum, de sair tocando desde o goleiro, em passes curtos na defesa, é de matar o coração. E foi nessa teimosia que veio mais um erro e o Bayern agradeceu. :: LEIA MAIS »

Hoje é o Brasil em campo… ou nós, vascaínos, vamos nos reservar ao direito de “secar”? O problema é segurar a onda de certos torcedores.


Meus amigos, minhas amigas, desde o início do Campeonato Mundial de Clubes, tenho acompanhado tudo de perto, sentado em frente à televisão, torcendo com boa vontade. E digo mais: torci pelas quatro equipes brasileiras.

Infelizmente, o Botafogo já deixou a competição, mas saiu de cabeça erguida e tenho certeza de que será bem recebido pela sua torcida, lá em General Severiano, sede do Glorioso. Torci por eles, torci pelo Fluminense, torci pelo Flamengo e torci pelo Palmeiras. Enfim, torci pelo Brasil. Porque, para mim, quando um time brasileiro entra em campo contra clubes do exterior, é o Brasil que está jogando.

É claro que respeito quem prefere torcer só pelo seu time, independentemente da situação. Isso faz parte da paixão do futebol. Mas penso diferente: torcer por nossos clubes no exterior é torcer pelo futebol brasileiro, que precisa, mais do que nunca, de união e força para reconquistar o protagonismo mundial. Afinal, somos a única seleção que disputou todas as Copas do Mundo e ainda somos os maiores campeões do torneio.

Pois bem, hoje estou aqui, em frente à TV, contando os minutos para o jogo. A expectativa é grande, e sim, estarei torcendo pelo Flamengo — com convicção. Agora, confesso que sexta-feira conversei com um grande amigo meu, também vascaíno, o Eraldo Gusmão, e perguntei: “E aí, vai torcer pro Flamengo?” A resposta foi seca: “De jeito nenhum!” :: LEIA MAIS »

Sobre a polêmica do mandato de Natan da Carroceria, Karine Borges, candidata a vereadora pelo PT, nos pediu espaço para trazer sua opinião. Leia o texto na íntegra:


Karine Borges é mestre em Assistência Social, ativista política e, diga-se, uma mulher muito preparada. Ela nos enviou um artigo no qual se posiciona sobre o caso do vereador Natan da Carroceria. É importante destacar que sua análise vai além de um nome específico — Karine trata a questão de maneira mais ampla, deixando claro que seu posicionamento poderia se aplicar a qualquer outro candidato em situação semelhante. Não se trata de um ataque pessoal, mas de uma defesa do que ela considera ser a legalidade e o respeito à legislação eleitoral.

Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), Karine já foi candidata em outras eleições e obteve votações expressivas. No entanto, devido às regras do sistema eleitoral, não chegou a assumir uma cadeira na Câmara Municipal.

Desde que publicamos o artigo no Blog do Massinha sobre o imbróglio envolvendo o vereador Natan da Carroceria, recebemos várias manifestações de leitores, por telefone e por mensagens. Muitas delas, como a da Karine, demonstram reflexões profundas, e consideramos ser do interesse público compartilhar essa contribuição com nossos leitores.

Também recebemos a manifestação do jornalista Paulo Nunes — essa, no entanto, em caráter confidencial, e, portanto, não será publicada.

Reforço aqui que minha posição pessoal, enquanto editor do blog, foi colocada de forma simples, sem aprofundamento jurídico, pois, embora eu entenda o que diz a legislação vigente, confesso que discordo do resultado prático: considero injusto que alguém eleito pelo voto popular possa perder seu mandato por um erro do partido, mesmo que assim diga a lei. Mas é justamente esse debate, feito com respeito e argumentos, que fortalece a democracia.

Karine, com embasamento técnico e jurídico, nos trouxe um texto importante, que convido a todos e todas a lerem com atenção. Sua contribuição qualifica o debate e reforça o valor da pluralidade de ideias e opiniões no ambiente democrático.

Agradeço, portanto, à Karine pela confiança e por ter recorrido ao nosso espaço para se manifestar. A seguir, publicamos seu artigo na íntegra: :: LEIA MAIS »

O vereador Natan terá que ser punido pelo erro do seu partido? Ele vem buscando há tantos anos chegar à Câmara e, quando consegue, querem tirar-lhe o mandato.


O sistema político brasileiro, sinceramente, é algo que muitas vezes nos causa vergonha. É lamentável como certas situações se desenrolam. Vejam só: a Câmara abre mais vagas para deputados, enquanto todos nós sabemos — e os próprios parlamentares sabem mais do que ninguém — o quanto custa um mandato de deputado, senador ou vereador aos cofres públicos. É um expediente nocivo, dispendioso, que precisa ser corrigido com urgência. E ainda há tempo para isso.

Vejo com bons olhos, por exemplo, a proposta que está tramitando na Câmara dos Deputados, e que deverá ser aprovada — para nossa alegria e da maioria dos brasileiros —, que trata da unificação das eleições. A ideia é que, a partir de 2026, tenhamos eleições coincidentes para todos os cargos: vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente da República. Isso sim trará uma economia enorme para o país. Algo que já deveria estar em prática há anos. Felizmente, essa pauta começou a avançar, sem precisar de grandes pressões populares. Espero, sinceramente, que se concretize.

Mas voltando ao tema central desta reflexão: não tenho absolutamente nada contra a doutora Gabriela Garrido. Muito pelo contrário. Trata-se de uma mulher atuante, profissional da área de segurança, com um trabalho social relevante, especialmente nas causas da mulher e dos animais, das quais é uma defensora reconhecida.

No entanto, ela, amparada pela legislação vigente, tenta junto à federação partidária que apoiou o deputado Waldenor Pereira, reverter o mandato do vereador Natan da Correria. A alegação se baseia em um erro grave cometido pelo partido de Natan: o registro de uma candidatura feminina fictícia, que não recebeu sequer um voto — nem o da própria candidata — o que configura, segundo a Justiça Eleitoral, uma candidatura laranja. :: LEIA MAIS »

Quem será mesmo o substituto de Luiz Fernando na Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Vitória da Conquista? Eu consultei dois nomes, se topariam. As respostas ficam comigo, claro.


Luiz Fernando, sem dúvida alguma, é um dos grandes profissionais do jornalismo da Bahia. Possui larga experiência, embora ainda jovem. Luiz não chegou aos 50 anos — acredito que nem tenha passado dos 45 —, mas é um profissional muitíssimo preparado.

Quando chegou a Vitória da Conquista, foi recebido, por alguns, com certa resistência. Não diria com desdém, mas houve uma reação negativa por parte de alguns membros do governo e correligionários da prefeita Sheila Lemos — o que, convenhamos, é natural. As razões, prefiro não detalhar aqui. Nada pessoal, apenas o estranhamento típico de um cenário político em constante movimento. O que importa é que Luiz se mostrou altamente competente.

Ele assumiu a missão de substituir Giorlando Lima — outro jornalista expressivo, filho de Jacobina, mas conquistense por adoção. E, em pouco tempo, Luiz reverteu a imagem que alguns tinham dele. Mostrou profissionalismo, equilíbrio e resultados. Conquistou a confiança do governo, da prefeita, e de parte significativa da sociedade.

A prefeita Sheila Lemos, que é firme em suas decisões, o manteve e bancou a sua permanência, com base em resultados e convicções. E a cidade percebeu: Luiz não veio como um “soteropolitano”, mas como um comunicador dedicado, que entendeu a realidade local e ajudou a construir uma imagem positiva da gestão.

Agora, com a sua ida para a Assembleia Legislativa da Bahia — a convite da presidente Ivana Bastos, que o chamou para reassumir a Diretoria de Comunicação da ALBA —, a Prefeitura de Vitória da Conquista se depara com um novo desafio: escolher um substituto à altura. :: LEIA MAIS »

Palmeiras e Botafogo fazem jogo equilibrado, e o Verdão vence nos detalhes: 1 x 0 foi o resultado final.


O que muita gente não esperava é que as equipes brasileiras — talvez com exceção do Flamengo — pudessem se destacar tanto na Copa Mundial de Clubes. Muitos tentavam desmerecer o futebol nacional, mesmo com quatro grandes representantes: Flamengo, Palmeiras, Fluminense e Botafogo. Mas essas equipes mostraram que estão jogando de igual para igual com os melhores do mundo.

Hoje, assistimos a um verdadeiro jogaço entre Palmeiras e Botafogo. O resultado foi decidido nos detalhes. Houve lances incríveis que poderiam facilmente ter levado o Botafogo ao empate e, quem sabe, aos pênaltis. Os jogadores estavam exaustos — 90 minutos de jogo, mais a prorrogação —, mas deram tudo em campo.

O jogo foi disputado de forma leal, com algumas jogadas mais firmes, como se espera em um confronto desse nível, mas nada que comprometesse a beleza do futebol apresentado. Um dos grandes destaques foi um jovem de apenas 19 anos, que estava no banco. O técnico, corajoso, decidiu colocá-lo em campo. E o garoto, mais corajoso ainda, fez uma jogada individual brilhante.

Ele acreditou, partiu para cima, cortou para dentro e, com um toque preciso, venceu o goleiro do Botafogo. Um gol que certamente ficará marcado em sua memória por muito tempo. Pela juventude e talento, ainda terá muitas oportunidades para brilhar, mas esse gol, em um jogo tão importante, já o consagra. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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