Flávio Bolsonaro em Salvador: um mar de gente tomou conta do Farol, como se fosse o circuito Barra/Ondina em dia de Carnaval

Ontem, sábado, dia 17, vimos narrativas diferentes e multidões reunidas para aplaudir seus ídolos. Neste momento, eles se sobressaem mais do que qualquer artista. Não importa o gênero musical: arrocha, MPB, axé, samba ou sertanejo. Na mobilização de seus seguidores, ninguém parece superar Flávio Bolsonaro e Lula.
Os dois vêm sendo ovacionados pelo Brasil afora, em movimentados comícios e manifestações sob trios elétricos. Buscam convencer os eleitores, manter os votos recebidos no primeiro turno e conquistar novos apoios. Ambos acreditam na vitória, apesar da tão repetida expectativa de que quem sai na frente no primeiro turno dificilmente será superado no segundo.
Mas a urna, muitas vezes, é como a cabeça do juiz: só conhecemos o resultado quando a decisão é anunciada.
Gente, era um mar de gente saindo do Farol da Barra, como se fosse a abertura do Carnaval de Salvador, no circuito Barra/Ondina. O verde e o amarelo predominavam, e o povo seguia, independentemente do que estivesse sendo prometido para o governo de quem se tornar o próximo presidente da República.
A impressão é de que já não há espaço para propostas, projetos ou algo concreto. Prevalecem as narrativas. Parece que ninguém quer saber o que será do futuro do país, os seguidores simplesmente acompanham o rumo apontado por seus ídolos ou pelas lideranças que os representam.
É isso aí, esse é o nosso Brasil. Assim foi o sábado de Flávio Bolsonaro em Salvador, em cima do trio elétrico, ao lado de ACM Neto, João Roma e Bruno Reis. Foi o dia do time de Bolsonaro na capital baiana.





















