Os professores Wilton Cunha e Matheus Silveira, analistas políticos, deram um show no Agito Geral falando de Copa do Mundo

Amigos e amigas, o programa Agito Geral da última segunda-feira, contando com a participação dos professores, estudiosos e preparados analistas políticos Wilton Cunha e Matheus Silveira, foi tão bom que, ontem, a pedido dos nossos ouvintes, nós repetimos a apresentação. Muitos naturalmente não haviam acompanhado a entrevista, enquanto outros assistiram e gostaram tanto que fizeram questão de revê-la.
Mas não poderia ser diferente. Os dois convidados, com a humildade que faz parte do caráter de ambos, disseram inicialmente que não se sentiam tão à vontade para discutir futebol, já que não foram jogadores nem treinadores. Entendiam, portanto, que estariam invadindo a praia daqueles que vivem profissionalmente o futebol.
Mas não foi nada disso. O que vimos foi uma verdadeira aula de História, proferida pelos dois entrevistados. O professor Matheus Silveira e o professor Wilton Cunha foram fantásticos ao falar de futebol. E, se eles imaginam que não entendem do assunto, podem ter certeza de que entendem muito, porque foram buscar informações no fundo do baú e fizeram uma análise ampla, histórica e extremamente interessante.
E foram além. Falaram também do futebol atual e daquilo que consideram um equívoco, como a presença de um treinador estrangeiro à frente da Seleção Brasileira, no caso, o italiano Carlo Ancelotti. Ao discutirem a Copa de 2030, sugeriram, por exemplo, o nome de Filipe Luís, uma ideia que também considero interessante, por ser um técnico vencedor e por conhecer profundamente o futebol brasileiro. Ele, que já defendeu a Seleção e vinha realizando um trabalho vitorioso no Flamengo, acabou deixando o clube mesmo depois de conquistar o Campeonato Brasileiro.
Os professores também defenderam que os nossos jogadores sejam preparados desde agora e que a Seleção Brasileira comece imediatamente a formatar uma equipe. A ideia seria não deixar para a última hora a convocação de muitos craques que, embora tenham talento, estejam afastados da realidade do futebol brasileiro e do próprio ambiente da Seleção.
Realmente, a nossa audiência lucrou muito com aquela entrevista. Nós, do Agito Geral, também lucramos, porque tivemos a oportunidade de ouvir dois professores que demonstraram conhecimento, cultura e paixão pelo futebol. E eles foram precisos ao afirmar que, em épocas diferentes, Pelé e Messi são considerados dois dos grandes vencedores da história do futebol, mas que Pelé, sem dúvida alguma, continua sendo o maior de todos os tempos.













