13 de julho, Dia Mundial do Rock: Ilhéus comemora a data no Barrakitika com artistas locais.

Meus amigos, minhas amigas, realmente o rock é um som universal. Confesso que, durante muito tempo, não enxergava o rock and roll como um estilo musical que pudesse agradar aos meus ouvidos e despertar o meu interesse. Tinha a falsa impressão de que o rock estivesse ligado ao consumo de drogas e, sobretudo, ao incentivo à violência. Com o tempo, percebi que estava enganado.
O rock é um som de atitude, de contestação, de liberdade. Provoca movimentos, desperta emoções, mas, acima de tudo, carrega uma mensagem profundamente humana. Basta lembrarmos do histórico Festival de Woodstock, em 1969, nos Estados Unidos, quando milhares de jovens se reuniram para defender a paz, o amor e protestar contra a Guerra do Vietnã e toda a violência que marcava aquele período.
O rock é muito mais do que um estilo musical. É uma manifestação cultural que, para milhões de pessoas, representa liberdade, convivência e respeito. E eis que me chega uma excelente notícia.
Lembrei-me imediatamente da minha querida Ilhéus, onde vivi entre os anos de 1994 e 2002, realizando eventos e permanecendo por um período em razão de uma necessidade de saúde da minha esposa, que encontrou naquela cidade um verdadeiro santo remédio para a sua asma. Foi uma época inesquecível.
Agora voltamos a olhar novamente para aquela região. Já retomamos atividades em Itabuna e, em breve, estaremos novamente em Ilhéus.
Ao receber essa notícia, veio imediatamente à minha memória o Barrakitika, localizado no centro da cidade, naquele espaço tão movimentado, cercado pelas alamedas por onde circulam moradores e turistas, apreciando o comércio e a beleza arquitetônica da terra de Jorge Amado.
Pois é justamente ali que será comemorado, no próximo dia 13 de julho, o Dia Mundial do Rock.
E há um detalhe muito bonito: o evento valoriza os artistas da terra. A animação ficará por conta da Astrogildos Rock Band e de convidados, prestigiando os talentos locais. Que beleza. Que maravilha.
Confesso que gostaria de estar por lá para reencontrar velhos amigos, matar a saudade daquela Ilhéus acolhedora e rever o Barrakitika cheio de vida, de música, de violões, de encontros e da alegria que sempre marcou aquele espaço.
Ilhéus, mais uma vez, está de parabéns.
E ao rock and roll, vida longa. Braços erguidos, corpo em movimento e, acima de tudo, muita paz.
Muita paz. Muita paz.













