Jerônimo Rodrigues, Geraldo Júnior, Jaques Wagner e Rui Costa formam o quarteto que lidera a estratégia para manter o PT no comando político da Bahia em 2026.

Meus amigos, minhas amigas, a política baiana segue em ebulição. A disputa pelo governo do estado já se desenha de forma clara e, mais uma vez, tende a ser polarizada entre o atual governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição, e ACM Neto, principal nome da oposição.
Nos últimos meses, o centro das atenções esteve voltado para a definição da chapa governista, especialmente em relação à escolha do candidato a vice. Havia um ambiente inicialmente tranquilo dentro do grupo, com a convicção, principalmente por parte do MDB, de que a vaga permaneceria com o partido. Nesse contexto, o nome de Geraldo Júnior sempre foi tratado como natural para a composição.
Os irmãos Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima demonstravam segurança quanto à manutenção desse espaço político, sustentando a posição do MDB dentro da aliança. No entanto, como é próprio da dinâmica política, surgiram especulações, movimentações e tentativas de reconfiguração da chapa.
Entre essas movimentações, houve interpretações de que o ministro Rui Costa poderia ter um papel mais direto na disputa estadual, o que naturalmente gerou ruídos dentro do grupo. Nesse momento, o senador Jaques Wagner teve atuação decisiva ao sinalizar publicamente a manutenção da composição com Geraldo Júnior como vice, o que contribuiu para estabilizar o cenário.
Após esse período de tensão e especulações, o ambiente voltou a se acomodar. A tendência que se consolida, pelo que se observa, é a confirmação de Geraldo Júnior como candidato a vice na chapa de Jerônimo Rodrigues, mantendo o equilíbrio político da aliança e respeitando os acordos firmados.
Outros nomes chegaram a ser ventilados, como o do senador Angelo Coronel, mas essas possibilidades não avançaram de forma concreta. A poeira baixou, e o grupo governista parece caminhar agora com maior unidade para o enfrentamento eleitoral.
Diante desse cenário, a expectativa é de uma disputa intensa, porém respeitosa, em que os baianos terão a oportunidade de analisar os projetos apresentados e decidir, de forma soberana, os rumos do estado para os próximos anos.















