Ministro Rui Costa: “Conquista terá segundo turno, daí precisamos entender a posição do governador Jerônimo. Eu já estive nessa condição.”, disse o principal ministro do presidente Lula.

Na coletiva concedida à imprensa na manhã de hoje, antes de participar da caminhada realizada para impulsionar a candidatura do deputado Waldenor Pereira e de sua vice, Luciana Silva, o ministro respondeu a uma série de perguntas formuladas pelos jornalistas e blogueiros presentes. Quase todas as perguntas estavam relacionadas à ausência do governador Jerônimo Rodrigues na campanha do PT em Vitória da Conquista, questionando por que o mandatário baiano ainda não abraçou de vez o nome do colega de partido.
“Quem pode falar pelo governador é ele próprio, mas, pelo que observo, o governador Jerônimo é o líder de um conjunto de partidos que fazem parte de sua base. Portanto, o seu cuidado não é cuidar apenas do PT, ele precisa ter um olhar coletivo. Conquista terá segundo turno, aqui há dois candidatos, então ele está correto em aguardar”, disse o ministro, ladeado por Waldenor, Paulo Magalhães, Zé Raimundo, Fabrício Falcão, Guilherme Menezes e Geraldo Reis.
O ministro Rui Costa destacou que, na condição de ministro, tem muito mais liberdade para atuar: “Por isso mesmo estou aqui para declarar apoio ao nosso amigo Waldenor. O presidente Lula já gravou um vídeo declarando que Nonô é o seu candidato”.

Segundo Rui Costa, a Via Bahia já está fora da administração da BR-116 e também da BR-324, que liga Salvador a Feira de Santana, criando uma expectativa de que, finalmente, a Rio-Bahia será duplicada, pelo menos no trecho que corta o município de Vitória da Conquista.
Rui também destacou a importância que Conquista tem para o estado e para o Nordeste: “Conquista é uma cidade polo, a terceira mais importante do estado, e tem uma vocação natural para o desenvolvimento”, reconheceu o ex-governador.
Após a coletiva, o ministro Rui Costa acompanhou o deputado Waldenor Pereira na caminhada que percorreu as avenidas e ruas da cidade, em um ato que movimentou a militância petista e os demais partidos que compõem a frente partidária, buscando levar Nonô ao segundo turno.





















