Setenta Anos de Xangai
Por Valdir Barbosa
E foram muitos versos, tanta cantoria,
Jamais a vida lhe foi enfadonha,
Tudo começa na sorveteria,
Rio Mucuri e rio Jequitinhonha,
Seu caminhar é de perder de vista,
Tinha que ser, enfim, um menestrel,
Orgulho desse povo de Conquista,
Representou bem mais que um só papel,
E em tempo onde pouca gente aguenta,
Ele consegue ser quase um menino,
Ao invadir a casa dos setenta,
Bom filho, amigo, extremoso pai,
Iluminado, energia boa,
Homenageio meu irmão Xangai.
















Cada dia valorizo mais alguns órgãos da imprensa falada e escrita por voltarem o olhar para as grandes figuras artísticas de
nossa cidade. Resgatar os nossos valores é uma atitude digna de pessoas compromissadas com a arte, pessoas de almas sensíveis. Xangai merece é merecerá sempre nossos aplausos e admiração.