No próximo domingo, 25 de outubro, os brasileiros vão às urnas escolher o futuro presidente do Brasil. São duas opções em um cenário que já vinha se desenhando desde o início da sucessão presidencial: um país dividido, polarizado, em uma disputa acirrada. É como uma grande final de futebol, em que o importante é ganhar, seja de pênalti ou até com um gol em impedimento. A torcida na arquibancada quer apenas saber quando poderá gritar gol e comemorar a vitória do seu time. Mas aqui está em jogo o destino de um país, de uma pátria, de uma nação.

Dois homens vivem a expectativa de ser o escolhido: o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro, que tenta resgatar a marca do grupo bolsonarista, tendo o pai, Jair Bolsonaro, ex-presidente da República, como sua principal referência política.

Sobre a continuidade desse projeto, Flávio já afirmou que, para ele, basta uma eleição e que não pretende disputar a reeleição. Entende que outro nome deverá ser escolhido. Daí surge a pergunta: como se daria a permanência desse campo da direita no poder? Uma eventual vitória de Flávio abriria espaço para o retorno do pai ou prepararia o caminho para nomes como Nikolas Ferreira e Tarcísio de Freitas? Não sabemos.

O que sabemos é que, no próximo domingo, o eleitor decidirá se o Brasil terá um novo presidente ou se o atual continuará à frente do país. Você já assistiu ao debate da Band e pôde formar sua impressão. Espera-se que os dois candidatos também revejam suas participações, reconheçam onde erraram e percebam em quais pontos precisam transmitir mais segurança ao eleitor.

Que assim o Brasil saia ganhando, seja qual for o escolhido. Que a vitória do país venha pelo voto, pela decisão soberana de sua população e pelo melhor sistema político que temos: a democracia.