“Padre Carlos: ‘Sheila Lemos é, sim, uma liderança municipal e regional. Já o Partido dos Trabalhadores precisa renovar. Guilherme Menezes, Waldenor Pereira e Zé Raimundo cumpriram um ciclo’.”

Meus amigos, minhas amigas, o entrevistado de hoje do programa Agito Geral é o Padre Carlos. Tivemos a oportunidade de gravar, na manhã desta data, uma conversa de aproximadamente uma hora na Câmara Municipal, em um bate-papo profundo, reflexivo e extremamente enriquecedor. O ouvinte está convidado a acompanhar a entrevista logo mais, às sete da noite, na Rádio Up.
A conversa percorreu, naturalmente, o cenário político de Vitória da Conquista, com algumas incursões pontuais no contexto nacional, mas sempre com foco principal nas eleições de 2026 e nas movimentações que já começam a desenhar o futuro político da cidade. Nesse cenário, a gestão municipal e o papel da prefeita Sheila Lemos foram abordados dentro de uma perspectiva de continuidade e de expectativa quanto aos próximos passos do grupo político que hoje administra o município.
Padre Carlos fez uma análise que chamou atenção pela clareza e pela franqueza. Ao reconhecer Sheila como uma liderança consolidada no âmbito municipal e regional, ele também trouxe um olhar crítico em relação ao Partido dos Trabalhadores, defendendo a necessidade de renovação de quadros. Para ele, nomes históricos como Guilherme Menezes, Waldenor Pereira e Zé Raimundo já cumpriram um ciclo importante dentro da política local e partidária.
A fala não veio carregada de ruptura, mas de uma compreensão de que a política é dinâmica e cíclica. Segundo o próprio Padre Carlos, a renovação não significa afastamento da vida pública ou abandono da trajetória construída, mas sim a abertura de espaço para novas lideranças, mantendo viva a essência daqueles que sempre atuaram com compromisso e visão humanista.
Durante a entrevista, ele também relembrou sua trajetória, sua origem como pároco e a sua relação com figuras históricas do campo político local, como Rui Medeiros e José Novaes, destacando a importância desses nomes na formação de um pensamento político voltado para a coletividade.
Outro ponto marcante da conversa foi a defesa da democracia como prática cotidiana. Padre Carlos ressaltou que a boa política é aquela que sabe conviver com o contraditório, que entende a divergência como parte do processo e que rejeita qualquer forma de autoritarismo. Para ele, independentemente de posição ideológica, o fundamental é preservar o respeito e o compromisso com a sociedade.
Portanto, fica o convite. Vale a pena acompanhar a entrevista completa, que será levada ao ar hoje, às sete da noite, no programa Agito Geral. Um conteúdo que certamente contribuirá para ampliar o debate político em nossa cidade, com equilíbrio, reflexão e responsabilidade.















