Dr. Alan e Ivanildo Silva, vice-prefeito e chefe de Gabinete, respectivamente: dois afinados guardiães da prefeita Sheila Lemos

A política, a vida pública, as organizações governamentais, as Câmaras de Vereadores, os governos municipais, as Assembleias Legislativas, a Câmara Federal, o Senado, a Presidência da República, enfim, todas as instituições ligadas à vida pública são espaços onde é preciso ter muito sangue nos olhos para conviver.
São estruturas que, muitas vezes, funcionam apenas nas formalidades. Infelizmente, elas são habitadas, geridas e conduzidas por seres humanos, mortais, homens e mulheres, grupos distintos. E, lamentavelmente, chega um momento em que descobrimos uma verdade incontestável: o poder é efêmero. Ele não é eterno, em absoluto. Ai daquele que imagina o contrário.
É preciso compreensão, sentimento, menos apego e, acima de tudo, gratidão, para que não se enverede pelos caminhos das traições, das fraquezas e dos vacilos, escrevendo histórias que decepcionam as gerações futuras. A política, todos sabem, é um constante puxar de tapete. Surgem os oportunistas, os adesistas, aqueles que não têm convicção, nem ideologia, nem princípios sólidos para defender.
São quatro anos, oito anos, e às vezes nem isso. Em dois ou três meses, as mudanças já acontecem. Quantos parlamentares, nas três esferas, municipal, estadual e federal, bastam um piscar de olhos, um aceno ou uma simples ligação para pular do barco.
E quando o governo se aproxima do fim, aí sim surgem os verdadeiros crocodilos, os traidores de ocasião. Mas, em Vitória da Conquista, podemos destacar duas figuras que exercem, com lealdade e responsabilidade, o papel de guardiães da prefeita Sheila Lemos.
Trata-se do vice-prefeito Aloísio Alan e do chefe de Gabinete Ivanildo Silva. Ambos sabem do peso das funções que exercem e têm plena consciência de que a cidade mantém os olhos atentos aos seus gestos, às suas decisões e às suas posturas.
A fotografia que ilustra esta matéria é simbólica. Os dois estão lado a lado. São parceiros, amigos e, sobretudo, nomes em quem a prefeita pode confiar.
Já disse isso a um amigo e reitero aqui: quando um governo está chegando ao fim, seja no município, no estado ou na nação, o cafezinho já não é mais servido quente. Às vezes, vem frio. Em outras, nem existe mais.
Não é o caso de Ivanildo, nem de Alan. E como seria bom se todos fossem assim.















