:: 10/jan/2026 . 14:04
O ar que respiro, a saúde que tenho, a vida que Deus me deu. A minha família e os meus amigos valem muito mais que qualquer conta bancária.

Meus amigos, minhas amigas, trago hoje, sábado, dia 10, uma reflexão que considero da mais alta importância pelo seu conteúdo humano e espiritual. Fui presenteado com esse texto pelo meu amigo Manu Ferraz, que atualmente mora distante de Vitória da Conquista. Manu é da família Ferraz, Bittencourt Ferraz, família que sempre teve uma relação muito próxima comigo e com a história da nossa cidade.
Lembro com carinho de Jerusa Ferraz, que Deus já levou. Uma mulher visionária, empreendedora, fundadora da Getur, empresa que marcou época em Vitória da Conquista e que, mais tarde, foi passada para Zé Maria Caires, da Maxtour, juntamente com sua esposa Walmária. A empresa segue firme, como homenagem viva à memória de Jerusa.
Pois bem, Manu me encaminhou uma mensagem belíssima. O autor é desconhecido, mas isso pouco importa diante da profundidade do texto. É uma mensagem sensível, generosa, espiritualizada, que nos convida à reflexão sobre o que realmente tem valor na vida.
Nós somos assim mesmo. Muitas vezes esquecemos de valorizar o essencial. O maior dom que Deus nos deu foi a vida. Junto com ela, a família, os amigos, a natureza, o pôr do sol, o vento, a chuva, o canto dos pássaros, o mar, as estrelas. O próprio DNA familiar, quando olhamos para alguém e reconhecemos traços do pai, da mãe. Quem, senão Deus, poderia nos proporcionar isso?
Mas ignoramos. Corremos atrás de acumular, de ter, e esquecemos de ser. Esquecemos que o dinheiro não é tudo. Esquecemos de cuidar da saúde, de valorizar o ar que respiramos todos os dias sem sequer agradecer.
Na mensagem, o autor relata exatamente isso: passou a vida preocupado em ter mais, em acumular bens, deixando de viver momentos simples e preciosos com filhos e netos, deixando de cuidar de si. Só foi compreender o verdadeiro valor da vida quando se viu em uma UTI, lutando para respirar, com o pulmão já não respondendo.
Após sair da UTI, sentado diante da conta hospitalar, chorava. O médico, solidário, disse que a conta poderia ser parcelada. E ele respondeu:
“Não estou chorando por causa da conta. Tenho como pagá-la. Choro porque resisti a vida inteira em valorizar o que Deus me deu. Nunca agradeci pelo ar que Ele me permitiu respirar durante quarenta e sete anos.”
Essa mensagem é um alerta. Um convite à consciência. Que possamos refletir sobre o quanto, muitas vezes, desprezamos o que temos de mais precioso: o ar que respiramos, a saúde, os filhos, a família, os amigos.
Que não seja tarde para agradecer. Que não seja preciso a dor para aprender.
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