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blog do marcelo

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:: ‘Notícias’

Vereadoras Cris Rocha, Viviane Sampaio, Leia Meira e Gabriela Garrido. E Lara Fernandes, onde estava, que não aparece na foto?


Confesso que fiquei curioso. Assim que recebi essa fotografia, por sinal expressiva e muito significativa, algo me chamou imediatamente a atenção. Na imagem aparecem quatro ilustres vereadoras, Cris Rocha, Viviane Sampaio, Leia Meira e Gabriela Garrido. No entanto, não vejo na foto a também ilustre vereadora Lara Fernandes.

Daí surge naturalmente a pergunta. Onde estava a vereadora naquele instante? Por que não aparece no registro? Evidentemente, não cabe aqui qualquer tipo de conjectura ou interpretação precipitada. O papel do comunicador exige responsabilidade, equilíbrio e respeito, evitando sensacionalismo ou conclusões indevidas diante de uma simples fotografia. Ainda assim, é um registro que instiga a curiosidade.

Podem existir explicações absolutamente naturais. Uma possibilidade é que a reunião estivesse relacionada à Comissão de Saúde da Câmara Municipal. Leia Meira, Viviane Sampaio e Cris Rocha integram a comissão e, inclusive, estiveram recentemente reunidas com a secretária de Saúde, Fernanda Maron, tratando do impasse envolvendo o Hospital Unimec, tema que mobiliza toda a cidade e que esperamos que seja resolvido o mais breve possível. Se fosse esse o caso, vale lembrar que Lara Fernandes também integra a comissão e, salvo engano, exerce a presidência. :: LEIA MAIS »

A cena é chocante, é terrível. Esse é o mundo em que vivemos. Os jovens estão fragilizados, sem rumo. Não mostrarei o vídeo, não é do meu perfil


Meus amigos, minhas amigas, confesso que estou estarrecido. É como se o chão tivesse ruído aos meus pés. Recebi um vídeo enviado por uma amiga querida que, assim como eu, está profundamente chocada. O que assistimos é algo difícil de acreditar, um episódio de violência que nos causa indignação e tristeza ao mesmo tempo.

Não colocarei o vídeo aqui no blog. Não é do meu perfil, não é do meu feitio. Eu não tenho estrutura emocional para conviver com tragédias e, por opção editorial, não divulgo esse tipo de conteúdo. Respeito quem faz, cada comunicador tem o seu estilo, mas essa nunca foi a minha linha.

Imagino que, a essa altura, o vídeo já esteja circulando por toda a cidade e talvez até além dela, porque a velocidade da internet é impressionante. Ainda assim, não vou expor. O fato em si já é suficientemente doloroso para todos nós.

O que mais preocupa não é apenas o episódio isolado, mas o que ele revela. Estamos vivendo em um mundo cada vez mais embrutecido, onde muitos jovens se mostram fragilizados, vulneráveis, sem direção. Isso exige uma reflexão urgente da sociedade como um todo. :: LEIA MAIS »

Secretaria de Infraestrutura tem muito trabalho pela frente. As fortes chuvas que caíram sobre a cidade fizeram um arraso em ruas e avenidas. Esse problema é histórico


É triste. É realmente triste observar o que a cidade experimenta após as chuvas que caem sobre Vitória da Conquista. As precipitações recentes provocaram estragos em diversas avenidas, mas não apenas nelas. Ruas que tradicionalmente sofrem com esse problema, como a Avenida Ascendino Melo, São Geraldo, Rua João Pessoa, Otávio Santos, Alto do Cruzeiro e Bartolomeu de Gusmão, voltaram a apresentar situações críticas.

Em vários bairros do município o cenário se repete. Chove, alaga, a força da enxurrada destrói o pavimento e o asfalto simplesmente desaparece. Trata-se de um problema recorrente, histórico, que atravessa administrações. Todos os governos já enfrentaram essa realidade. Por isso, é necessário que a situação seja analisada de forma mais profunda, com planejamento de longo prazo. Não se trata apenas de recuperação pontual, mas de pensar soluções estruturais, mesmo sabendo que são obras caras e complexas.

Não é mais possível assistir passivamente ao que acontece na cidade sempre que chove com maior intensidade. A própria administração municipal certamente se debruça sobre o problema e precisa avaliar quais caminhos serão adotados daqui para frente, porque a situação já atinge um nível que preocupa a todos. :: LEIA MAIS »

Ronildo Bahiano partiu


Lamentamos informar o falecimento de Ronildo Bahiano, uma figura muito querida em nossa cidade, pertencente a uma família tradicional e respeitada. Ele parte aos 83 anos, deixando um legado de amizade, convivência e boas lembranças para familiares, amigos e todos que tiveram a oportunidade de conhecê-lo.

Ultimamente, era comum vê-lo caminhando pela Avenida Vivaldo Mendes, onde residia, sempre com sua tranquilidade característica, cumprimentando conhecidos e mantendo aquela postura serena que era sua marca. Sua partida deixa uma lacuna imensa entre aqueles que compartilhavam do seu convívio. :: LEIA MAIS »

Câmara e Secretaria de Saúde se reuniram para intermediar impasse que interrompeu o atendimento SUS pelo Hospital Unimec


A população de Vitória da Conquista recebeu com preocupação a notícia de que os atendimentos pelo SUS no Hospital Unimec poderão ser suspensos a partir do próximo dia 28 de fevereiro. O comunicado gerou apreensão, sobretudo entre as camadas mais simples da população, que dependem diretamente desses serviços de saúde.

Diante da gravidade da situação, a Secretaria Municipal de Saúde e a administração pública reagiram imediatamente, buscando alternativas para evitar a interrupção dos atendimentos. A secretária Fernanda Maron participou de uma reunião com membros da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, quando também houve diálogo com representantes do Hospital Unimec, na tentativa de construir uma solução consensual que permita a continuidade do serviço. :: LEIA MAIS »

José Maria Caires alerta: concessão da Rio-Bahia poderá sair sem viadutos. É preciso a sociedade reagir enquanto é tempo.


Vitória da Conquista já não suporta mais ouvir falar na concessão para duplicação da Rio-Bahia, a nossa BR-116. O sentimento que toma conta da população é de indignação e cansaço. O descaso com o nosso município e com toda a região Sudoeste já ultrapassou os limites do aceitável. É impressionante como um tema de tamanha importância avança sem a devida mobilização institucional e, pior, sob um silêncio quase sepulcral.

As representações políticas da cidade precisam reagir. Deputados estaduais, deputados federais, senadores, o Governo do Estado e, principalmente, o Governo Federal devem assumir o protagonismo dessa cobrança. A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista também precisa se posicionar com firmeza, de forma veemente, exigindo providências urgentes. Estamos falando de uma cidade com porte de metrópole regional, que cresce, que atrai investimentos, que gera riqueza e que não pode ser tratada com descaso.

É lamentável constatar que, a cada notícia que surge, cresce o temor de que a concessão avance sem contemplar obras essenciais, especialmente os viadutos no perímetro urbano. A BR-116 é uma das principais rodovias do país, responsável pelo transporte de cargas que movimentam a economia nacional. Portanto, é obrigação da União garantir investimentos compatíveis com a importância estratégica dessa via.

Se a duplicação total ainda demandará tempo, décadas talvez, não se pode admitir que Vitória da Conquista fique novamente prejudicada, correndo o risco de repetir experiências negativas como a que vivemos com a Via Bahia. O mínimo necessário é assegurar a construção dos viadutos, fundamentais para a mobilidade urbana e, sobretudo, para preservar vidas.

Alguns questionam se o município poderia assumir parte dessas obras. Poder até poderia, mas não seria justo nem razoável retirar recursos do orçamento municipal, que já possui inúmeras demandas sociais, para executar uma obrigação que é claramente federal. O exemplo de Feira de Santana mostra que a mobilização política e institucional pode gerar resultados. Portanto, é preciso união e pressão legítima.

O alerta feito por José Maria Caires, do Movimento Duplica Sudoeste, é oportuno e necessário. Ainda há tempo de reagir, de mobilizar a sociedade, antes que as decisões sejam consolidadas pelo Ministério dos Transportes e que percamos a oportunidade de garantir intervenções fundamentais para a segurança da população. :: LEIA MAIS »

Ivete ganha o título de melhor música em votação promovida pelo Bahia Folia! Tony Salles ficou em segundo lugar e O Kanalha em terceiro.


O Carnaval de Salvador é, definitivamente, o maior carnaval do país. Não temos dúvida disso. São os números que comprovam, é a grandiosidade da festa, é a forma como ela se organiza e a dimensão que alcança dentro e fora do Brasil. Observem que, nas principais capitais brasileiras, a festa acontece com força, movimentando a economia local, gerando trabalho temporário, renda e empregos diretos e indiretos.

Queiramos ou não, o Carnaval é um momento de rara participação popular. Pode-se discutir se ele ou o São João é a maior festa do país. No Nordeste, muitos defendem o São João, mas no Brasil como um todo, não há contestação: o Carnaval ocupa esse lugar. E é importante lembrar que o Carnaval da Bahia está presente em todos os estados brasileiros.

Os trios elétricos, uma das maiores invenções do mundo musical e artístico, nasceram na Bahia. Dois gênios, Dodô e Osmar, já nos deixaram, mas eternizaram a guitarra baiana e esse caminhão sonoro que leva alegria por todos os cantos, transformando ruas e avenidas em verdadeiros palcos a céu aberto.

E não é exagero dizer que essa influência ultrapassou fronteiras. Países como Itália, Espanha, Estados Unidos e tantos outros já experimentaram não apenas a música baiana, mas também a presença do trio elétrico como formato de espetáculo. Isso demonstra a força do axé, da criatividade e da ousadia dos empresários e artistas baianos. Invadimos praças e avenidas do Brasil inteiro, inclusive das capitais mais conservadoras, e o trio elétrico está lá, firme, presente, mais vivo do que nunca. :: LEIA MAIS »

Governador Jerônimo Rodrigues investiu em 152 municípios baianos para realização do Carnaval. Sem contar a capital do Estado, claro!


Em entrevistas concedidas pelo governador Jerônimo Rodrigues, pelo vice-governador Geraldo Júnior e também pelo secretário de Cultura do Estado, Maurício Bacelar, foi informado que o Governo da Bahia investiu recursos para a realização do Carnaval 2026 em 152 municípios baianos, além, evidentemente, da capital Salvador.

Essa decisão parte de um princípio e de um entendimento coletivo dentro do governo de que a festa não significa apenas diversão, lazer ou entretenimento para a população. Existe também a projeção cultural, sobretudo da música baiana, que volta a ganhar protagonismo depois de um longo período em que, de forma silenciosa, assistiu outros ritmos dominarem o cenário nacional e até mesmo ocuparem espaço dentro do próprio território baiano.

Mas o que queremos ressaltar, verdadeiramente, é a postura do governo em compreender, sem qualquer preconceito, que a realização de festas populares vai muito além da celebração, dos encontros, reencontros e da alegria coletiva. Trata-se também de um momento em que as cidades vivem uma verdadeira ebulição econômica, com geração de emprego, renda, trabalhos temporários e oportunidades para milhares de pessoas. A economia local recebe uma injeção de ânimo, um combustível necessário, e a população reconhece isso, independentemente de posicionamentos partidários.

Pode até haver divergências políticas, mas o reconhecimento existe. Basta observar o que aconteceu recentemente em cidades como Itabuna, Brumado, Caetité e tantas outras do interior baiano. A força da música e do entretenimento movimenta a sociedade, especialmente o grande povo, que também precisa de momentos de diversão, porque a vida não é feita apenas de trabalho. :: LEIA MAIS »

Waldenor destina 500 mil reais para o Carnaval de Brumado e participa da festa ao lado do governador Jerônimo


O deputado federal Waldenor Pereira, talvez poucos saibam, é um carnavalesco das antigas. Foi fundador do bloco Broquetes, nos tradicionais carnavais realizados em Vitória da Conquista, que saíam do Clube Social e seguiam até a Praça da Igreja Batista, hoje conhecida como Praça do Índio.

Ao lado dele, existiam outros blocos marcantes, como o Tengo Tengo, dirigido por Hidelbrando Oliveira; o Brocão, de Carlos Alberto Oliveira, o Tatal, um dos irmãos investidores do Shopping Boulevard; o Bló Café, de Edvaldo Ferreira, e tantos outros que animavam os carnavais dos anos 70 na cidade.

O deputado nos enviou uma matéria informando que destinou 500 mil reais, por meio do seu mandato, para o Carnaval de Brumado, realizado no último final de semana. A festa, mais um carnaval fora de época, retorna com força, seguindo o movimento observado em diversas cidades do entorno de Vitória da Conquista, do norte de Minas Gerais e de várias regiões do país, impulsionado pela retomada do axé. :: LEIA MAIS »

Bell Marques, o rei da avenida. Muitos afirmam que ele não pode parar, senão o Carnaval acaba. O melhor é aproveitar antes que ele pense nisso


O Carnaval de Salvador é, como todos afirmam, a maior festa aberta do planeta Terra. E a folia baiana apresenta, a cada ano, uma novidade. É um povo criativo, é uma pipoca efervescente, são camarotes suntuosos, bandas que surgem, rádios e canais de televisão que se renovam, apresentando, em seus estúdios ao longo dos circuitos, grandes comunicadores com belas produções. Portanto, é uma festa altamente profissional.

A segurança é algo impressionante. É muita gente envolvida: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal. Enfim, é uma festa grandiosa e que, apesar de toda essa magnitude, transcorre, na maioria das vezes, em clima de paz, guardadas as devidas proporções. São milhões de pessoas espalhadas ao longo dos circuitos, vivendo a alegria que só o Carnaval da Bahia proporciona.

Mas uma coisa é certa: existe um artista que, a cada ano que passa, parece estar começando a carreira. O seu profissionalismo, a preparação que antecede a folia, a entrega pessoal e a energia com que sobe no trio elétrico fazem parecer que ele é um estreante, mesmo após décadas de sucesso. Estamos falando de Bell Marques. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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