Copa do Mundo: realmente, a França, se for pela lógica e pelo futebol apresentado, é a melhor seleção.

Amigos e amigas, assistindo hoje ao jogo entre França e Suécia, cheguei a uma conclusão. Pela história construída nas últimas Copas do Mundo, pelos grandes craques que reúne, pela velocidade que imprime durante os noventa minutos, pela criatividade dos seus jogadores e, principalmente, pelo conjunto que apresenta, a Seleção Francesa é, até aqui, a equipe que mais impressiona.
Se o futebol obedecesse apenas à lógica, poderíamos dizer que a França desponta como a principal candidata ao título mundial.
É claro que a Suécia, adversária desta partida, não está entre as seleções mais fortes do planeta. Mas é uma equipe organizada, que sabe jogar futebol e que exigiu atenção dos franceses. Ainda assim, pelo que vem apresentando e pelo que apontam os analistas esportivos, a França larga na frente das demais concorrentes.
Alguém poderá perguntar: “E a Alemanha?” Já foi embora. “E a Holanda?” Também ficou pelo caminho. “O Japão?” Foi uma das grandes surpresas desta Copa, mas também se despediu da competição.
Permanecem seleções fortíssimas, como a Argentina. Mais do que um time tecnicamente qualificado, existe algo que sempre chama a atenção na equipe de Messi: o amor à camisa e o orgulho de representar o seu país. Isso faz diferença em uma Copa do Mundo.
Os Estados Unidos também merecem destaque. Jogando em casa, apresentam um futebol moderno, intenso, veloz e muito bem organizado. É uma equipe que atua de forma coletiva e pode surpreender muita gente.
Mas, até este momento, continuo entendendo que a França apresenta o futebol mais consistente da competição.
E aí vem a pergunta inevitável: “E o Brasil?” Eu respondo olhando para aquilo que a França mostrou até agora. Mas, quando o assunto é Seleção Brasileira, a conversa muda. Pela tradição, pelos cinco títulos mundiais, pela qualidade dos nossos jogadores e pelo talento que temos do meio para a frente, o Brasil tem condições de enfrentar qualquer adversário, inclusive a própria França, vencer e conquistar o tão sonhado hexacampeonato.
Afinal de contas, Copa do Mundo é assim. Cada partida escreve uma história diferente. A lógica ajuda, mas quem decide mesmo é a bola rolando dentro das quatro linhas.













