Amigos e amigas, a política já vive um momento de intensa movimentação. Não poderia ser diferente. Estamos nos aproximando das eleições de 2026, quando o Brasil irá às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

Nesse cenário, dois nomes tradicionais da política conquistense se movimentam com estratégia e articulação: Waldenor Pereira e José Raimundo Fontes.

Ambos, filiados ao Partido dos Trabalhadores, são figuras históricas da sigla em Vitória da Conquista e possuem uma trajetória consolidada não apenas no município, mas em toda a região sudoeste da Bahia e também na Chapada.

E foi justamente em Vitória da Conquista, principal base eleitoral dos dois parlamentares, que ocorreu um importante encontro político.

Eles reuniram aproximadamente 48 municípios, com a presença de lideranças, representantes partidários e correligionários, em um evento que teve como pauta central a discussão sobre as chamadas emendas participativas.

A proposta, como bem destacaram, é ampliar o debate sobre a destinação dos recursos públicos, ouvindo as bases, dialogando com os municípios e buscando uma aplicação mais democrática dos investimentos.

Trata-se de um modelo que segue a linha histórica do partido, baseada na escuta, na participação coletiva e na construção conjunta das decisões.

O encontro também cumpre um papel político evidente. Demonstra organização, capilaridade e, sobretudo, força regional.

Trazer representantes de dezenas de municípios para Vitória da Conquista não é apenas um gesto simbólico. É uma sinalização clara de que ambos os parlamentares seguem com influência ativa e com capacidade de mobilização. E, naturalmente, isso já projeta o cenário para 2026.

O eleitor conquistense e da região começa, desde já, a fazer suas leituras. Observa quem está presente, quem articula, quem constrói pontes e quem se mantém próximo das bases.

Política também é presença. Política também é construção contínua.

E esse movimento realizado por Waldenor e Zé Raimundo deixa claro que ambos estão em campo, organizando suas bases e pavimentando o caminho para a disputa que se aproxima.

Fica o registro. E, como sempre, cabe ao eleitor acompanhar, analisar e, no momento oportuno, fazer a sua escolha.