E se o MDB entender que Lúcia deverá retirar a candidatura para apoiar Waldenor, ela acatará ou migrará para outro partido?

Essa possibilidade é remota, mas não pode deixar de existir, já que vivemos um sistema político completamente inseguro, onde o presidente de uma Comissão Provisória de um partido pode ser destituído a qualquer momento, é como se vivêssemos em um país sem garantia jurídica.
O caso da vereadora Lúcia Rocha foge à regra, ela conta com o apoio total e absoluto dos dirigentes da sua sigla na Bahia, que são os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Aliás, foram eles os grandes incentivadores para que a vereadora saísse candidata à prefeitura de Vitória da Conquista e não ser vice do deputado Waldenor Pereira, como está previsto pelos partidos da base de apoio ao governador Jerônimo Rodrigues. Inclusive o PT, que dá como certa a dobradinha Waldenor cabeça de chapa e Lúcia na vice.
Nesse instante é que aparece a figura do presidente de honra do MDB, Lúcio Vieira Lima: ”que lógica é essa? Se Lúcia é a primeira colocada em todas as pesquisas, por que ela teria que ser vice? Ao contrário, ela será cabeça de chapa e teremos a honra de convidar o deputado Waldenor para ser o vice”, e Lúcio vem sustentando essa posição com muita convicção, reiterando que essa é a posição do MDB e que a vereadora terá toda a estrutura de campanha.
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Enquanto eu fazia essa matéria, com o título como está acima, recebi uma ligação de Lúcio e aproveitei o ensejo para dizer-lhe que em instantes faria a publicação conforme os leitores estão lendo, e ele, bem ao seu estilo, direto e sincero, observou: “se você coloca um título desse, parece que você está desacreditando do que eu falo, ou prefere escrever algo que venha a relevar o que é a mais pura verdade, pode escrever aí: “não existe nenhuma hipótese do MDB não assegurar a legenda para Lúcia, ela será a nossa pré-candidata à prefeitura de Conquista, pronto.”
Interrompi a sua fala e perguntei: e se houver um pedido do governador, já que Geraldo Júnior é o candidato em Salvador? “Esqueça isso, não existe nada de troca, a situação em Salvador não passa por nenhuma negociação, o governador Jerônimo quer que a sua base ganhe as eleições, e em Conquista o MDB é da sua base. O projeto é vencermos as eleições, é claro, se o PT estivesse com a pré-candidatura mais forte, nós apoiaríamos. Então, pra ser sincero, não cabe mais nenhuma matéria que venha por em dúvida a manutenção do nome de Lúcia e muito menos o MDB não assegurar-lhe a legenda”, encerrou o líder partidário.
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Como veem, é certo que podemos afirmar que, no mínimo, teremos quatro candidatos à prefeitura de Conquista em 2024: Sheila Lemos, Waldenor Pereira e Lúcia Rocha, considerando que Marcos Adriano já nos garantiu que o seu nome está certo como representante do PDT.
Quanto aos outros pretendentes, Washington Rodrigues, David Salomão, Romilson Filho e Edilson Gusmão, ficaremos na expectativa de novidades.
Em tempo: ontem o ex-reitor da UESB, e que também já foi presidente da COOPMAC, Claudionor Dutra, prestou apoio à vereadora Lúcia Rocha.













