Enquanto isso, o ministro Roma vai avançando. Atravessou o rio e já está ao lado de Hagge
A política é muito dinâmica, a cada dia que passa isso fica muito evidente para todos nós. A sucessão baiana ganha lances emocionantes no que se refere aos direititas escolherem o seu candidato para enfrentar o senador Jaques Wagner, o nome escolhido pelo PT para continuar à frente do governo baiano em substituição a Rui Costa.
Bolsonaro busca a sua reeleição e precisa de um palanque forte na Bahia e, claro, o nome do ex-prefeito ACM Neto não teria concorrente, imagina-se. Jovem, preparado, o soteropolitano confiou no seu trabalho e elegeu-se duas vezes prefeito da capital, e como se não bastasse, Bruno Reis, candidato do presidente nacional do DEM, ganhou o direito de administrar Salvador vencendo os seus concorrentes no primeiro turno.
Agora, mais do que nunca, Neto depende da sensibilidade dos seus correligionários para tentarem uma conversa mais demorada com o ministro da Cidadania João Roma, e tentarem, talvez, a composição de uma chapa competitiva e não permitirem que saiam com candidaturas distintas.
Neto não anda bem com o presidente da República, ao contrário de Roma que goza de prestígio junto ao capitão, que quer vê-lo pedindo votos para si como candidato ao governo e para ele, Jair Bolsonaro, na condição de sucessor do seu próprio cargo.
A foto acima mostra Roma ao lado do prefeito de Itapetinga, Rodrigo Hagge, uma liderança inconteste, que já falou ao nosso programa Agito Geral que “viajarei o estado buscando conhecer prefeitos e vereadores no sentido de fortalecer o nosso projeto político!”.
Bem articulado e com o futuro todo pela frente, Rodrigo Hagge poderá ser o responsável para uma reaproximação política entre os dois nomes que aparecem como os únicos capazes de enfrentar o PT em 2022 juntos, fora isso, é descer a ladeira do Marçal numa carreta carregada e sem freio.
















