Neto e Jerônimo disputam, “com unhas e dentes”, os votos dos baianos. Os dois sabem: qualquer descuido poderá custar a eleição.

Todos nós, brasileiros, acompanhamos uma das campanhas mais disputadas do país.
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro protagonizam um embate extraordinário. A polarização ganhou um protagonismo que, segundo meu conhecimento, jamais foi visto na história brasileira.
É evidente que há outras candidaturas à Presidência da República. Mas Lula e Flávio Bolsonaro estão tão à frente que, com todo o respeito aos demais candidatos, estes aparecem bem distantes dos dois.
Na Bahia, acontece algo semelhante. De um lado está o atual governador, Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição. Do outro, ACM Neto, que tenta mais uma vez chegar ao comando do estado, depois de ter perdido para o próprio Jerônimo em 2022.
Agora, a disputa é ponto a ponto, voto a voto. Qualquer vacilo poderá ser fatal. Um erro, um pronunciamento infeliz, uma manifestação equivocada, uma falha em um debate no rádio ou na televisão ou até uma publicação nas redes sociais capaz de comprometer a preferência do eleitor poderá custar a eleição.
Jerônimo Rodrigues busca continuar à frente do Governo da Bahia. Já ACM Neto poderá ver frustrado, mais uma vez, o desejo de ocupar a cadeira principal do Palácio de Ondina.
Os dois aparecem empatados em diversas pesquisas eleitorais registradas. É preciso saber conviver com esses resultados dentro do regime democrático, sem questionamentos motivados apenas pela preferência de cada grupo político.
Quem decide não são as pesquisas, mas a manifestação soberana dos homens e das mulheres da Bahia que irão às urnas no dia 4 de outubro para escolher o futuro governador do estado.














