A vereadora e delegada Gabriela Garrido defende que o Supremo “não tenha lado”!

Na manhã de ontem, na Câmara de Vereadores, a ilustre vereadora e delegada Dra. Gabriela Garridofez um pronunciamento contundente, firme e forte, conclamando os seus colegas e também fazendo reverberar a sua fala para que chegue aos quatro cantos do estado e, evidentemente, também do país.
Segundo Gabriela, o Supremo precisa ser passado a limpo e não pode haver distinção no tratamento dado às pessoas. O Supremo tem que ser rigoroso, tem que ser apartidário, e o país precisa confiar plenamente naquele que deve ser o guardião da Constituição.
Portanto, no entender da candidata a deputada federal pelo PV, Dra. Gabriela Garrido, o Supremo não pode ter lado e tem que tratar a todos em igualdade de condições.
Vejam a fala dela no vídeo que estamos trazendo nesta matéria e tirem as suas próprias conclusões:
Gabriela Garrido defende apuração independente e sem blindagem sobre fatos envolvendo o STF.
A vereadora Gabriela Garrido (PV) defendeu uma investigação firme, técnica e imparcial sobre os fatos recentes envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Em pronunciamento na sessão ordinária desta sexta, (11/09), a parlamentar afirmou que a confiança da sociedade nas instituições depende da forma como elas respondem aos questionamentos e às denúncias.
“A credibilidade das instituições depende da forma como elas reagem quando são questionadas. Diante dos fatos recentes envolvendo o nosso Supremo Tribunal Federal, é imprescindível que exista uma apuração firme, técnica e isenta. Não pode haver dois pesos e duas medidas, nem blindagem institucional”, declarou.
Gabriela ressaltou que defender o STF também significa exigir que a Corte dê o exemplo no cumprimento da Constituição e das leis. Segundo a vereadora, a apuração deve assegurar transparência nos procedimentos, respeito ao devido processo legal, garantia da ampla defesa e do contraditório, além do acesso público aos atos sempre que permitido pela legislação.
“Se houver abuso, desvio ou ilegalidade, que seja apurado e o responsável responsabilizado, seja ele quem for. Se não houve, que a apuração firme sirva para restabelecer a verdade e encerrar narrativas”, afirmou.
Para a parlamentar, a aplicação da lei deve ocorrer sem privilégios, perseguições ou julgamentos antecipados. Ela também destacou que somente uma investigação conduzida com independência, equilíbrio e imparcialidade poderá oferecer uma resposta compatível com a gravidade do momento e preservar a credibilidade das instituições.
“Ninguém está acima da lei, ninguém está abaixo dela. A responsabilização indistinta de toda e qualquer pessoa, sem privilégios nem perseguições, é o que separa o Estado de Direito de um Estado de exceção”, pontuou.
Ao encerrar o pronunciamento, Gabriela relacionou a confiança no Supremo à própria estabilidade democrática e reforçou sua defesa da transparência e da responsabilização de eventuais culpados.
“Quando a Corte perde a confiança pública, não é apenas o Tribunal que enfraquece; nós estamos enfraquecendo a nossa própria democracia. Como servidora pública de carreira há mais de 20 anos e, agora, servindo a esta Casa, defendo a transparência, o devido processo legal e a responsabilização de qualquer culpado”, concluiu.













