O ex-governador da Bahia e ex-ministro da Casa Civil do presidente Lula, Rui Costa, hoje candidato ao Senado pelo nosso estado, tem levado uma mensagem muito clara aos baianos durante suas andanças pela Bahia: é preciso, segundo ele, aproveitar o alinhamento político entre os governos estadual e federal para fazer mais pelo estado.

Rui Costa afirma que, durante sua passagem pelo Governo da Bahia e, posteriormente, pelo Governo Federal, acompanhou de perto as dificuldades enfrentadas pelo estado quando não havia essa sintonia política com Brasília.

Ao recordar períodos anteriores, Rui cita os governos dos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro e afirma que, na sua avaliação, a Bahia não recebeu deles a atenção que deveria.

Agora, diante de um cenário diferente, Rui Costa aproveita para fazer um apelo ao eleitor baiano e, naturalmente, também ao eleitor de Vitória da Conquista.

Segundo ele, a Bahia não pode perder a oportunidade de manter o alinhamento entre o presidente Lula e o governador Jerônimo Rodrigues. Rui defende a reeleição dos dois e acredita que essa proximidade política poderá facilitar a realização de obras, investimentos e ações necessárias para Vitória da Conquista, para o sudoeste e para os demais municípios baianos.

“Temos que aproveitar o alinhamento de Lula com Jerônimo para fazermos mais pela Bahia”, afirma Rui Costa.

E essa tem sido uma das principais mensagens levadas pelo ex-governador durante suas viagens pelo estado.

Rui tem percorrido municípios, participado de encontros, conversado com lideranças e buscado, agora, o voto para chegar ao Senado Federal.

Além de defender Lula e Jerônimo, ele também pede votos para os candidatos a deputado estadual e federal que integram a base política dos dois governos, argumentando que uma bancada afinada com os Executivos estadual e federal poderá dar maior sustentação política aos projetos defendidos pelo grupo. Essa é a mensagem de Rui Costa.

Do outro lado, naturalmente, estão os adversários apresentando suas propostas, suas críticas e uma visão diferente para o futuro da Bahia.

E é exatamente aí que entra o eleitor. Cabe a cada baiano ouvir os dois lados, comparar propostas, avaliar o que já foi feito e decidir, no voto, qual caminho considera melhor para a Bahia e para o Brasil.