O dinamismo da política, principalmente em Vitória da Conquista, é algo muito presente. Estamos vivenciando uma disputa acirrada pelas vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, mas, em uma cidade como a nossa, que possui uma tradição política que atravessa décadas e remonta até aos tempos dos intendentes, os olhos também começam a mirar mais adiante. Estamos falando de 2028.

Aliás, desde a sua fundação, Vitória da Conquista se destaca no estado da Bahia como uma cidade pulsante, onde homens e mulheres sempre enxergaram a política como instrumento importante para definir os rumos do município. A política sempre foi uma paixão para os conquistenses.

E agora mesmo, embora estejamos em plena eleição de 2026, já começamos a perceber, antecipadamente, uma movimentação em torno da principal casa da nossa querida Vitória da Conquista: a Casa Rosada, o casarão da Praça Joaquim Correia, sede do Governo Municipal.

São nomes e mais nomes que começam a aparecer. E não apenas entre aqueles que fazem oposição ao governo da prefeita Sheila Lemos. Dentro do próprio grupo político da atual gestora também existem figuras que, naturalmente, podem alimentar o desejo de disputar a sucessão municipal.

São vários os que gostariam de, um dia, ocupar aquele gabinete e fazer parte da história política de Vitória da Conquista.

Uma história que guarda personagens importantes, como Régis Pacheco, médico, um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia, ligado à história do Hospital São Vicente, deputado e governador da Bahia. Um homem cujo nome permanece na memória da cidade por sua trajetória pública.

Então, meus amigos, prestem atenção. Olhem os movimentos, acompanhem as conversas, observem as fotografias, as reuniões, as aproximações e as articulações. Reflitam.

Tenho certeza de que, neste instante, cada conquistense que acompanha a política já consegue imaginar um, dois, três ou até quatro nomes que gostariam de ocupar, a partir de 2029, o gabinete onde hoje está a prefeita Sheila Lemos.

E existe um dado importante nesse tabuleiro: por força da legislação eleitoral, após dois mandatos consecutivos à frente do Executivo, Sheila não poderá disputar novamente a Prefeitura em 2028.

Isso, naturalmente, abre espaço para uma sucessão e faz com que as articulações comecem muito antes do período oficial de campanha.

É assim a política. Enquanto uma eleição está acontecendo, a próxima já começa a ocupar as conversas e os bastidores.

2028 pode até parecer distante. Mas, na política de Vitória da Conquista, é logo ali.

Vamos aguardar.