Após a eleição da Coopmac, Nicinha Gusmão afirma: “Respeito os votos dos cooperados e desejo boa sorte aos vencedores”

Como já é do conhecimento de toda a população conquistense, foi realizada ontem a eleição da nossa Cooperativa Mista Agropecuária de Vitória da Conquista, a Coopmac. A disputa foi bastante acirrada e mobilizou os cooperados, que compareceram para escolher o presidente que conduzirá os destinos da entidade nos próximos anos.
A Coopmac é uma instituição que carrega mais de 65 anos de história e tem papel fundamental na vida econômica e social de Vitória da Conquista e de toda a região.
Após o encerramento da eleição, conversei com o presidente reeleito Isaac Figueira e também com o professor Abel Rebouças, que liderava a chapa concorrente. Em seguida tive a oportunidade de falar com Nicinha Gusmão, que integrou a chapa de oposição e que teve um papel histórico nessa disputa.
Nicinha foi a única mulher a participar diretamente de uma chapa desde a fundação da Coopmac. Muito simpática e risonha, como sempre, ela disse que respeita naturalmente a decisão dos cooperados e fez questão de desejar boa sorte à equipe vencedora, capitaneada por Isaac Figueira.
Nicinha também destacou que o conselho eleito, presidido por Hamilton Nogueira e composto ainda por Alexandre Pedral e João Almeida, terá um papel importante nesse novo momento da cooperativa. Segundo ela, o conselho estará atento ao funcionamento da entidade, exercendo a fiscalização necessária e, ao mesmo tempo, colaborando para que a Coopmac continue sendo uma instituição forte e relevante para Vitória da Conquista.
Na entrevista com Alexandre Pedral, que também integra o conselho eleito, um ponto chamou atenção e merece reflexão. Atualmente não há nenhuma mulher ocupando espaço na diretoria da cooperativa e também não há presença feminina no conselho eleito.
Esse dado merece registro, sobretudo porque em gestões anteriores havia participação feminina no conselho, como foi o caso de Ana Maria Gonçalves.
Em um momento em que as mulheres avançam cada vez mais na ocupação de espaços importantes na sociedade, na política e nas instituições, essa ausência acaba sendo notada.
A participação feminina é fundamental para ampliar visões, fortalecer o diálogo e contribuir ainda mais para o desenvolvimento das instituições. Fica, portanto, essa reflexão para os próximos ciclos da nossa Coopmac.















