Geddel reage à notícia de que o MDB perderia a vice para o PSD, de Ângelo Coronel: “Prefiro não comentar, não nos convidaram pra essa reunião”!

Amigos e amigas, está muito claro o que está acontecendo na política da Bahia, eu diria brasileira, mas vamos nos prender aqui ao nosso universo, tão próximo da gente, que é o nosso cotidiano. Portanto, importa falarmos mais disso do que estarmos voltando os olhos para o mapa brasileiro. É claro que faz parte e nos norteia, nas nossas falas e também nas nossas escritas.
Vejam vocês o que acontece com a política. A questão é meramente eleitoral. Ideologia não se discute. Trata-se de hegemonia de grupo, não de ideias, não de princípios partidários, nada disso. Aliás, longe disso. Quando eu falo isso, trata-se de trazer mais uma vez essa matéria, uma matéria que fala da sucessão estadual e que o PT trouxe uma chapa puro-sangue, que, a priori, pra sua militância, poderia parecer o retorno do PT dos anos oitenta, quando anuncia a chapa puro-sangue, com Jaques Wagner e Rui Costa, além do governador Jerônimo Rodrigues buscando a reeleição.
Para parte da militância, isso soa como um resgate simbólico do PT das décadas passadas. Ainda assim, a composição não excluiu totalmente aliados. O Movimento Democrático Brasileiro mantém espaço na chapa governista com o vice-governador Geraldo Júnior. O MDB baiano segue sob influência de Geddel Vieira Lima e de seu irmão, Lúcio Vieira Lima.
Mas observem que agora há uma outra movimentação, com a possibilidade de rompimento do senador Ângelo Coronel, em razão de ter seu nome preterido na chapa majoritária. Ele tem costurado outras conversas, e isso pode ter um desdobramento que mexerá com o humor do eleitor da Bahia.
Jerônimo estaria já buscando o filho, Diego Coronel, para ser candidato a vice, no lugar do MDB. Geddel, claro, experiente, não vai pelas notícias sem consistência, e aqui como a nossa está sendo colocada, também se trata de informações, de conjecturas, mas nada que se possa dizer verdade.
Então, Geddel reagiu: “Não, por enquanto não fui informado, não fui procurado por ninguém pra discutir essa situação”. Tá aí mais uma novidade na política da Bahia. Tem muito mais coisa pela frente.
















