O que fará a prefeita Sheila? Cumprirá o mandato até o final? Ou será candidata a vice-governadora? Quem sabe, deputada federal ou estadual?

Essa pergunta talvez nem o seu esposo, Wagner, saiba responder. Tampouco sua mãe, dona Irma, ou seu pai, Zé Andrade.
O certo é que a prefeita Sheila Lemos está diante de um dilema que, sem dúvida, exigirá muita ponderação.
Sheila emergiu das urnas na última eleição de forma soberana, vencendo uma disputa que muitos julgavam incerta, especialmente em função de um processo judicial que colocou em dúvida sua elegibilidade e gerou forte desgaste emocional e político.
Esse imbróglio ecoou por toda a Bahia, mas, ao final, a prefeita venceu na Justiça e nas urnas, confiando — como sempre declarou — no apoio do povo conquistense e na seriedade da Justiça Eleitoral.
A vitória foi expressiva, especialmente diante de adversários fortíssimos:
— O deputado Waldenor Pereira (PT), nome de um dos maiores e mais organizados partidos do país;
— A vereadora Lúcia Rocha;
— O advogado Marcos Adriano.
Agora, a prefeita vive outro momento decisivo: o que fazer em 2026? Permanecerá até o fim de seu mandato?
Ou aceitará o convite, que já vem sendo ventilado nos bastidores, para ser candidata a vice-governadora numa possível chapa encabeçada por ACM Neto?
Ou ainda, preferirá disputar uma vaga como deputada federal ou estadual, mantendo-se nos holofotes da política e da gestão pública?
A decisão não é simples. O tempo político passa rápido e 2026 já se aproxima no horizonte.
Ela mesma já declarou que não pretende se precipitar, mas a expectativa cresce a cada dia entre seus aliados, adversários e, claro, a população de Vitória da Conquista.
Vamos aguardar. Confesso que, certa vez, ouvi algo interessante sobre essa possível escolha… Mas prefiro não me alongar.
A decisão cabe única e exclusivamente à prefeita Sheila. E, em breve, todos saberemos o caminho que ela decidirá trilhar para os próximos anos.















