Neto intensifica críticas ao governo estadual: violência, infraestrutura e outros alvos na mira

Como já mencionamos, a sucessão estadual na Bahia está ganhando força, ocupando as ruas, avenidas e todos os espaços onde a política é pauta. O governador Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, já está no centro das discussões, com sua equipe ajustando estratégias, incluindo mudanças visuais que destacam seu nome e ações de governo.
Do outro lado, ACM Neto, que já consolidou seu nome como principal adversário, não tem poupado críticas à administração estadual. Embora João Roma também tenha se colocado na disputa, Neto desponta como o nome mais competitivo, especialmente pelo peso político de sua gestão como prefeito de Salvador, onde conseguiu eleger e reeleger Bruno Reis com vitórias expressivas.
As críticas de Neto têm sido constantes e direcionadas a pontos sensíveis da gestão de Jerônimo. A violência no estado é um dos temas mais recorrentes, com Neto apontando a falta de soluções efetivas para a crescente insegurança. Outra frente de ataque é a infraestrutura, onde ele levanta questionamentos sobre obras paralisadas ou promessas não cumpridas. A estratégia de Neto é clara: destacar falhas da gestão atual e se apresentar como uma alternativa viável e experiente.
O embate está apenas começando, mas já demonstra o clima acirrado que marcará a disputa eleitoral na Bahia. De um lado, Jerônimo busca consolidar seu grupo político e defender seu legado; de outro, Neto intensifica os ataques, buscando mostrar que é o nome certo para liderar o estado. A expectativa é de que, daqui para frente, os debates se tornem ainda mais intensos, enquanto ambos os lados tentam conquistar o apoio da população.
Leia a matéria na íntegra:
“Na propaganda, o PT diz que ‘cuida de gente’, mas 1,9 milhão de crianças baianas passam fome”, diz ACM Neto
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, destacou a contradição entre o discurso oficial do governo de Jerônimo Rodrigues (PT) e a realidade enfrentada pela população mais vulnerável da Bahia.
“Na propaganda, o PT diz que ‘cuida de gente’, mas, na prática, a coisa é muito diferente. Segundo a ONU, 1,9 milhão de crianças e adolescentes baianos não têm o que comer. Não dá pra fugir dessa realidade, Jerônimo. Infelizmente, esse é o retrato cruel do descaso do seu governo com as políticas de combate à desigualdade na Bahia”, afirmou.
A Bahia lidera rankings preocupantes em diversas áreas. Mais de 112 mil crianças e adolescentes exercem trabalho infantil, enquanto mais da metade das crianças baianas vive em situação de pobreza. Além disso, o estado ocupa o segundo lugar no país em número de crianças e adolescentes privados de acesso à educação, conforme apontam estudos recentes.














