Day After: O que será o dia seguinte? Depois do dia 07 de setembro, como será o Brasil?
Como vimos, Brasília recebeu gente de toda parte do Brasil que chegou para prestar apoio ao presidente Jair Bolsonaro e também pedir ao mandatário da nação para intervir junto ao Supremo Tribunal Federal, ou, no mínimo, cassar o ministro Alexandre de Moraes, porque ele tem “exorbitado, exagerado nos seus atos”. Portanto, uma parte da sociedade brasileira, não tenho números exatos, considera que “estamos vivendo sob a ditadura da toga”.
Enquanto a capital federal recebia brasileiros indignados com as ações do STF, nos estados e municípios, fazendo coro aos insatisfeitos que viajaram, cidadãos fizeram os seus protestos e, felizmente, não houve conflitos. Os opositores de Bolsonaro se contiveram e anunciam a sua manifestação para o próximo dia 12 de setembro, embora em alguns locais aconteceram protestos, como em São Paulo, Salvador e Vitória da Conquista.
Como vemos, o país está numa “sinuca de bico”, vive dentro de um clima de turbulência, de insegurança institucional, o que não é nada bom.
O país está dividido, não na sua totalidade, ao meu ver, mas se apresenta como tal: polarizado entre prós e contra Bolsonaro. O que chega através da mídia é isso e acaba passando essa ideia para todos. Essa é a minha leitura.
Tem o percentual que gravita em torno dos dois lados, silenciosa, que aguarda o momento para se apresentar. Ou não? Ainda há tempo? De qualquer sorte, o cenário atual é esse, veremos no que vai dar.
“São Paulo é longe”, diz o artista, mas Brasília também. Depois dessa longa viagem, “como será o amanhã”? Eu quero saber, todos queremos, o mundo está de olho no Brasil. Depois da festa, da ressaca, como será o Day After?





















