Um coração do sertão e das lavras – 90 anos do assassinato do Coronel Horácio de Matos
“A verdadeira paz não é apenas a ausência de guerra, é a presença da justiça”.
Jane Addams
Maio é mês de festa, é mês de regozijo pela estação da fartura, e segundo consta, o seu nome é derivado da deusa romana Bona Dea, que é a Deusa da fertilidade, logo, isso nos remete a fertilidade das terras do Sertão, dos campos das Lavras, onde gostosamente pode se sentir já em maio, o frescor da brisa fria que beija a face do sertanejo, porém quis o destino, cruel e ingrato, que também em maio, no seu décimo quinto dia, o Sertão e as Lavras recebessem uma das piores notícias de todos os tempos, a trágica morte do seu filho mais ilustre, do seu aguerrido e incansável defensor, cobrindo de luto todo uma vasto território e arrancando lágrimas de gritos de desespero em toda extensão da Chapada Diamantina até as Barrancas do São Francisco, cortando o sertão com um agudo e ensurdecedor ai, estava morto o Coronel Horácio de Queirós Matos!
Desde seu nascimento 49 anos antes, nos confins das serras de Chapada Velha, trouxe uma estrela de fascinante excelência, que o fez alçar voos aquilinos, de proporções inimagináveis para um descendente de mineradores.
Crescido e forjado na quentura do sangue de sua genes materna, acrescido com o polimento típico dos Matos, Horácio de tornou o homem ideal para enfrentar toda e qualquer situação e assim o fez, foi guerreiro, foi diplomata, foi pacífico e beligerante, era um camaleão, se moldava tal qual a ocasião pedisse, porém sem nunca se olvidar do que dizia uma voz renitente que soprava em seu ouvido diuturnamente; “Não provocar, nem agredir, mas se for ofendido, colocar a honra acima de tudo e reagir, porque de nada adianta viver sem a dignidade.”
Durante quase duas décadas viveu intensamente, dentro de pelejas e no meio de hienas, se misturando com lobos e saltando sobre serpentes das mais diversas facções partidárias, tendo sempre à sua frente a égide da fé e da esperança, mas nunca pode gozar de dias perenes.
O Brasil de Vargas era um Brasil novo, algo desconhecido, um remédio nunca provado e amargo, difícil de aplicar num país tão diversificado como o nosso, onde costumes, crenças e opiniões se misturam e ao mesmo tempo se distinguem do Oiapoque ao Chuí. Nesse novo cenário, uma figura era dispensável, o coronelismo estava fadado ao extermínio, e alguns desses títulos, precisavam levar consigo o portador. Horácio era pedra escolhida para tombar!
O Coronel Horácio de Matos, mesmo tendo ficado do lado da legalidade, sendo solidário ao Presidente Washington Luís, tão logo tomou conhecimento do intento do novo governo em desarmar o Sertão, e sendo esse um antigo desejo seu, viu então a oportunidade de por em prática, e recebe em Lençóis, com confetes e aplausos, a comissão do Desarmamento do Sertão, composta pelos militares; Cel. Jurandir Toscano de Brito e Cap. Dourivaldo Ferreira e dos civis; o Dentista Dr. Arlindo Sena, O Médico Dr. Herman Lima e do Engenheiro Agrônomo Dr. Piero Gato, tendo essa comissão no Coronel Horácio o principal guia e porta voz, que sob o protestos de muitos amigos e parentes ia arrecadando cada arma sabida em toda sua área, até que não sobrou quase nada, exceto as dos renitentes. Quando por fim estava completa a primeira missão, veio a hora da segunda, levar preso para Salvador o caudilho que acabara de auxiliá-los com tanta boa vontade e esperança. Assim, em 30 de dezembro de 1930, o Tenente Hamilton Pompa, com pompas no nome e na pose, desce para a capital levando, numa viagem cheia de interesses escusos, o chefe sertanejo, e enfia-o num verdadeiro ninho de cobras, ávidas por dar-lhe o bote.
Recolhido na chefatura de polícia na Praça da Piedade, começa então uma maratona pela sua soltura. Interior e capital se unem, os homens probos, comerciantes, magistrados, o clero, pessoas comuns, e até mesmo vilas inteiras, como foi o caso de Bela Vista de Utinga, rementem documentos, abaixo assinados, requerimentos, notas à imprensa, abonando a conduta, elevando a já ilibada moral, e solicitando que seja posto em liberdade o seu protetor, o símbolo vivo das Lavras Diamantinas, o Coronel Horácio de Matos, fato que se verifica coincidentemente a 13 de maio de 1931, mas condicionado a sua permanência na capital, e então vem a última etapa da missão, tão indignamente partida de oficiais do alto escalão da segurança na Bahia, daqueles que deviam zelar pela sua integridade.
Uma vez meio livre, fica hospedado na casa do amigo Dr. Arlindo Sena nº 17 e lá recebe a todo momento uma avalanche de visitas e protestos de solidariedade, mas seu espírito irrequieto e sua sina marcada, ferrada e escrita, sem rasuras, tão firme que até parece ter sido assinalada com as pontas dos carbonatos e diamantes que enfeitaram sua estadia na terra, Horácio não se contenta, não se conforma, não admite ser vigiado, ser acuado, tornando debalde todos os rogativos do Dr. Arlindo Senna e da família, e sai de casa, passeia, faz negócios, agrada com prosa e sua presença toda vizinhança, agradece ao gesto de cada em deferência à ele, não se dá por vencido, quer se sentir vivo, livre! Ele dissera dias antes, ao perceber que um guarda civil rondava a casa; “Se for pra eu estar vigiado, prefiro voltar pra cadeia!” Esse guarda foi depois reconhecido por um verdureiro e pela esposa do Coronel José Pedreira Lapa como sendo o Guarda Civil nº 97.
Na noite de 15 de maio, após tomar um copo de leite, e rebelde aos rogativos dos anfitriões, que temem por sua vida, receiam vingança, já que o Tenente Hamilton Pompa não aceitando sua soltura vai tirar satisfações no Palácio do Rio Branco e é morto pelos guardas do local, deixando Salvador em polvorosa, afetando os nervos de oficiais da ativa e da reserva, criando um clima perfeito pra uma cilada. Horácio sai de casa.
O Coronel parece que prevê seu destino e vai à rigor; Veste paletó e calça de casimira marrom escura, com listras azuis, sobre uma camisa de tricolina listrada de azul e rosa, com tons leves para uma noite escura. Se envolve com um cinturão de couro e prende nele a capa do revólver Schimdt carregado com seis balas, talvez como lembrança, a última lembrança que sente dos cercos de Campestre, do Barulho do Pega, de Barra do Mendes, ao afivelar a indumentária, recorda quem sabe, dos áureos momentos da Reação Sertaneja, quando Rui Barbosa o aclamava no Senado Federal, quando o Presidente da República, Dr. Epitácio Pessoa baixou a guarda pra ele e forçadamente faz a intervenção a Bahia; Ajeitando a lapela do paletó podemos imaginar aquele baixinho de pouco mais de metro e meio de altura, moreno, cabelos castanhos claros, testa larga, cabeça bem conformada, centralizando um nariz pequeno sobre bigodes cuidadosamente aparados, e num suspiro tem relances do Batalhão Patriótico Lavras Diamantinas, que comandou a pedido do Presidente da República, mais um que recorreu a ele, o Dr. Artur Bernardes, para pôr fim aos movimentos revolucionários da Coluna Miguel Costas-Prestes, quatro anos passados. Ternamente lança um olhar partido dos olhos castanhos esverdeados, típicos dos “gatos” de sua parte nos Queirós da Pituba (no Assuruá, não de Salvador), e com um sorriso faceiro, mostrando os dentes bem implantados e capsulados a ouro, assenta sobre a cabeça o chapéu de feltro preto, toma a inseparável bengala encastoada, pega na mão da filha Horacina e sai.
A rua está movimentada, é outono e está quente por ali. Conversa com um e com outro, visita a sua cunhada que estava doente, Dona Arlinda Medrado, a socorre com uma quantia de dinheiro e desce o largo, aproveitando a noite. Pobre Horácio! Mal sabia que perto dali, na Rua do Cabeça nº 17, os Machados Motas Coelhos sentem já o gosto da vingança, que Salvador é naquele momento um fojo armado, prestes a pegar a presa. Na Graça, no Rio Vermelho, na Avenida Sete, na Rua do Sodré, no Areal de Baixo, e mais outros pontos estão com os sentidos aguçados, esperando só a notícia. Manoel José Machado, tio do malfadado Major João da Mota Coelho, tombado em combate com Horácio em 1925, que jantando com a sobrinha Elvira e a viúva de Mota, América, pensa que valeu a pena os 500 mil réis que deu a um sujeito, para que comprasse uma arma. Folgando, o Coronel Terêncio dos Santos Dourado, sem um mínimo gesto de remorso por ser Horácio seu conterrâneo, uma vez que era de Irecê, já antevê a vitória do intento junto com o Capitão João Bernardino de Macêdo, outro que espreita vingança. Mas isso não era nada tendo em vista a dissimulação do Oficial da Força Pública da Bahia, o Capitão Artur de Oliveira Côrtes, talvez o principal interessado, em se comparando ao Tenente João Antônio, também vingador do Major Mota.
Horácio se encontra com Dona Esmeralda, paga um dinheiro, agradecendo pela vezes que levou comida pra ele na detenção, e segue em direção a esquina que dá para a entrada da Rua do Areal de Baixo, então, uma sombra o aguarda passar e ao se aproximar recebe covardemente três tiros disparados com segurança, para não errar nem o alvo nem o intento. Era pra matar! O Coronel tomba sem vida, não houve nenhuma chance! Caiu traiçoeiramente assassinado, o homem que enfrentara com galhardia tantos chefes poderosos, senhores de jagunços, tropas inteiras da polícia baiana e dos revoltosos de Santo Ângelo e São Paulo, deitado no chão da Rua do Aciolly, no Largo Dois de Julho, no Distrito de São Pedro, o conquistador baixinho que derrotou gigantes, que de frente e sem medo fez sair de seu reduto o imponente Coronel Militão Coelho; Que destronou fazendo-o agachar em outro lugar, o inteligente Manoel Fabrício de Oliveira; Que obrigou o valente Antônio Custódio recuar no Pega em 1916; Os relógios das testemunhas marcavam 19:30h em São Salvador quando morria o amarelo sarará que fez cair por terra o império dos Sás na inexpugnável Lençóis, sendo recebido com vivas e bandeirolas pela população.
Sua morte foi instantânea, tendo um dos projéteis atingido a carótida e outro transfixado o hemotórax esquerdo e atravessado o coração.
Constatado o ocorrido, populares e um outro guarda civil, o de nº 27, se puseram a correr atrás do meliante, alcançando-o na Ladeira de Santa Tereza, e subjugando para entregar às autoridades. O assassino estava então identificado, se tratava nada mais na menos que o Guarda Civil nº 97, Vicente Dias dos Santos, que coincidentemente era amigo íntimo da família e frequentador assíduo da casa dos Machados Mota Coelho, e que havia integrado o corpo do destacamento comandando pelo Major João da Mota Coelho em 1925, para invadir Lençóis e dar cabo em Horácio de Matos.
A notícia se espalhou por toda Salvador e mesmo a noite, o ajuntamento era enorme, vinha gente de toda parte para ver ou saber do fato, pessoas na Piedade, São Pedro, Avenida Sete, Garcia, enfim, tomavam bondes e se dirigiam ao local do crime.
O Delegado Tancredo Teixeira da Silva chega à cena do homicídio e toma as primeiras providências, junto aos legistas Dr. Arthur Ramos de Araújo Pereira e Dr. Egas Muniz Barreto de Aragão Júnior, retiram a arma do corpo, e recolhe a quantia de 5:020$200, que portava o inditoso caudilho. O corpo foi removido para o Instituto Nina Rodrigues afim de ser autopsiado.
O Dr. Arlindo Senna, disse em seu depoimento que estava no Cinema Glória quando seu filho chegou lhe chamando para dar a notícia. Ora, de um filme qualquer, o Dr. Arlindo agora se via dentro de uma sessão de horror, com o assassinato de seu amigo, compadre e hóspede, uma cena de um outro filme deve ter vindo à sua mente, o desarmamento do Sertão, caminhões de armas descendo de Lençóis e ele lá, vendo aquele sertanejo convencer um a um de seu povo a depor, entregar arma por arma, não salvaguardando nem as de caça. Talvez nesse momento concordou com os chefes Manoel Quirino de Matos e Marcolino Forte, que se negando a entregar as armas alertava que aquilo era um suicídio. “Quem sobe pelas armas não desce das armas” disse um outro chefe.
No outro dia, todos os jornais da Capital já davam conta do ocorrido e cada um queria estampar em suas capas já o caso resolvido, veredicto e tudo, narrando de formas e outras toda a tragédia do Largo Dois de Julho.
Logo todos os jornais da Bahia e de outros Estados também fizeram nota sobre o crime, em sua grande maioria lamentando a morte do Coronel Horácio, chamando-o sempre de Líder Sertanejo.
Toda as Lavras chorava! Toda Chapada se cobriu de luto! O sertão perdeu a alegria naqueles dias de maio. Salvador estava triste, maas, maaas, haviam exceções! A testemunha Edézio Francisco Belo disse que estando na Pastelaria Alameda, na Avenida Sete, viu e ouviu o Coronel Terêncio dos Santos Dourado às gargalhadas dizer ao Capitão João Bernardino de Macêdo que a morte do Coronel Horácio de Matos era necessária, e que já devia ter acontecido há muito tempo e a resposta do Capitão que ele, João Bernardino, odiava o Coronel Horácio de Matos de longa data. Esse mesmo Capitão Macêdo havia estado no bonde na noite anterior, segundo Arquias Oliveira Côrtes, também oficial da Força Pública, e que sabia do acontecido, como todo o centro de Salvador, mas no outro dia, disse que soube lendo os jornais. Artur de Oliveira Côrtes, que depois se configurou como principal mandante, também se contradisse nos depoimentos.
Testemunhas, várias delas, nas 1.034 páginas do processo criminal, deram conta que no assassinato do Coronel Horácio de Matos tomaram parte, direta e indiretamente:
O Guarda Civil nº 97, Vicente Dias dos Santos (que mentiu descaradamente o tempo todo);
O funcionário aposentado do Senado Estadual, Manoel José Machado, tio do Major Mota Coelho, que praticamente confessou a sua participação;
A viúva e a irmã do Major Mota Coelho, Dona América Coelho e Elvira Mota Coelho;
Capitão João Bernardino de Macêdo;
Coronel Terêncio dos Santos Dourado, conterrâneo de Horácio de Matos, nos sertões (Irecê);
Otávio Alves Passos, inimigo político do Coronel Horácio de Matos;
Tenente João Antônio de Macêdo, companheiro de excursão do Major Mota Coelho;
E o Capitão da Força Pública Baiana, Arthur de Oliveira Côrtes, talvez o vingador do Tenente Hamilton Pompa;
Do Instituto Nina Rodrigues, ao meio dia do dia 16 de maio, o corpo de Horácio de Matos, fora levado de volta à residência do Dr. Arlindo Sena, à Rua do Acioli, 17, e de lá, sob grande acompanhamento, para o Cemitério do Campo Santo, onde foi sepultado na quadra 11, campa 804ª.
O Arcebispo da Bahia e Primaz do Brasil, Dom Augusto Álvaro da Silva, depois Cardeal da Silva, celebrou as exéquias na intensão da alma do coronel, talvez suprindo assim a Missa que Hamilton Pompa não permitiu que ele assistisse em Lençóis no dia que traiçoeiramente fora preso.
Deixava a viúva Dona Augusta Medrado Matos, os filhos: Horacina, Tácio, Judith, Horácio Júnior e Juth Medrado Matos, além de outros filhos naturais, e uma infinidade de filhos por adoção, que constituía todas as Lavras Diamantinas, carpindo a orfandade.
Resumindo: O criminoso, praticante do ato encomendado, foi sentenciado no 1º Júri a uma pena de 21 anos de prisão celular. Dois anos depois, o Guarda 97 já era absolvido pelo 2º Júri. Algum tempo Vicente Dias dos Santos, foi intoxicado paulatinamente pelo arsênio na água que bebia, sofrendo, confusão mental, sendo internado no Hospital da Polícia Militar, em Salvador, e lá faleceu deixando pairar para sempre no ar a dúvida de como realmente tudo se deu, sem pena, sem culpados verdadeiros pagando, o caso virou em nada, se tornou mais uma das tantas injustiças que o Coronel Horácio de Matos tanto combatia.
Walfrido Moraes, em sua obra Jagunços e Heróis, disse que à beira túmulo, quando o corpo de Horácio, descia à sepultura, o jovem Alberto Morais, acadêmico de direito, pronunciou, em prantos, entre outras, as seguintes palavras:
“Com o teu desaparecimento o sertão está órfão. Quem nos poderá guiar de agora por diante, para a paz ou para a guerra? … Quem terá condição para substituir-te, e levar-nos, com a mesma bravura e com a mesma serenidade à busca das nossas sagradas reivindicações de homens livres? … Quem, como tu, nos poderá ensinar a corrigir as injustiças sociais e gritar contra a indiferença dos Governos? …”
Já eu, 90 anos depois, me remeto a necropsia quando avaliaram um dos órgãos mais importantes do corpo do Coronel e assim descreveu: Pesando 270 gramas, medindo 22 centímetros de circunferência por 13 centímetros de largura e 07 de espessura, o CORAÇÃO do Coronel Horácio de Matos, embora parecendo pequeno, nele cabia toda a Chapada Diamantina, todo seu povo, e era abrigo de sentimentos como lealdade, respeito, amor à sua gente, e também de indignação quando via o sofrimento, a opressão dos sertanejos, como bem ressaltou Alberto Moraes.
Hoje, continuam matando o Coronel Horácio de Matos, ele continua morrendo todos os dias, enquanto sua memória for vilipendiada por escritores, jornalistas e cineastas etc.. e documentos elucidários sendo comidos por insetos em recantos escuros, escuros como a noite de 15 de maio de 1931.
Fonte de pesquisa: Arquivo Público do Estado da Bahia-APEB
Núcleo: Tribunal de Justiça/ Série: Ação de Homicídio/ Seção: Jurídica
Classificação: 37/1310/01
Período: 1931/1934
Liandro Antiques
Historiador e Genealogista
Simbolicamente, respeitadas as particularidades dos acontecimentos e a nível de fenômeno social, dado ao destaque das trajetórias, Horácio está para o Coronelismo, assim como Lampião esteve para o Cangaço. Com a observação de que o líder Horácio, pela correção e compromisso com a legalidade da República, passou para história como homem probo e íntegro, ao tempo que a ausência de Horácio provocou sério prejuízo ao Sertão e a Chapada Diamantina!
Att. Alexandre Aguiar.
















Parabéns pela matéria. São coisas assim que nos proporciona prazer de ler esse blog! essa historia é da maior importância para
Bahia e para o Brasil. Hoje sem sombra de duvidas milhares de pessoas poderem ler essa enriquecedora matéria instruir-se de parte da Historia com “H” maiúsculo como diz o bom amigo Dr. Armenio Santos.
Que linda história!
Pessoas que lutaram com bravura por justça jamais serão esquecidas e aqui está o exemplo de uma que foi singular no sertão da Bahia.
Massinha, vc me levou longe com esta matéria. Adorei!