Guilherme já se encontra na cidade. Veio de “mala e cuia”.
O ex-prefeito Guilherme Menezes já retornou à Vitória da Conquista, veio de vez, de “mala e cuia”, ou seja, desembarcou na terra do frio com tudo que tem direito, inclusive, fez-lhe companhia a sua esposa, Josete Menezes, companheira de vida e da política.
Na bagagem do médico chega também um compromisso de responder aos seus amigos e correligionários se será candidato à sucessão do prefeito Herzem Gusmão. Aliás, ontem ouvi mais uma vez uma análise de dois petistas históricos, a mesma que ouvi de dois professores que votam na esquerda: “não pensem que será fácil vencer Herzem, não se enganem. E pra encarar o atual prefeito só o partido unido, não adianta Nonô e Zé Raimundo estarem brigados com Guilherme e vice versa. Ou junta ou perde”, afirmam com convicção. E são taxativos: “não adianta querer inventar nomes, é Zé ou Guilherme, não arrisquem lançar “juvenil”, é jogo pra decisão”.
O deputado Zé Raimundo gostaria muito de lançar o nome do colega e amigo Waldenor Pereira, só que o parlamentar nascido em Caculé parece não muito animado com a ideia, alguns amigos mais próximos chegam a afirmar: “Nonô, como qualquer político, gostaria de ser prefeito de Conquista, mas não sei se continua com essa vontade”.
Ontem liguei para o deputado para conceder-me entrevista para tratar do assunto, mas ele está fora da cidade. “Amigo Massa, no nosso retorno conversaremos”. Esperemos, pois.
Liguei para Nailton Prates, amigo e ex-secretário do governo Guilherme, convidando para entrevista um dos líderes do PT na cidade. Ainda não obtive resposta. Segunda-feira nas Curtinhas darei detalhes do que passa na cabeça de Guilherme em relação à sucessão municipal, o que ele tem em mente e o que poderá surpreender muita gente, ou quase todo mundo.
















