Novo aeroporto: qual o nome?
É, sem dúvidas, a obra mais esperada pela região sudoeste da Bahia e, principalmente, por Vitória da Conquista. Afinal, desde o primeiro governo Wagner que foi anunciada a sua construção, mas ainda não chegou ao seu final.
Hoje já podemos imaginar que está bem perto a sua inauguração, falta apenas concluir o terminal de passageiros e o governador Rui Costa assegura aos conquistenses que ele entrega até o final do ano o aeroporto completamente concluído. “Tendo ou não verba federal, eu garanto entregar a obra”, reitera o governador. O prefeito Herzem Gusmão também assegura visitas a Brasília para requerer do governo Temer a garantia de que teremos o aeroporto inaugurado.
Ontem no nosso programa Agito Geral, na Clube FM, o jornalista Fábio Sena e o cientista político Matheus Silveira debateram conosco a nominacão da obra que já vem despertando uma discussão positiva e saudável.
Os deputados Fabrício Falcão e José Raimundo propuseram o nome de Glauber Rocha, com o que concorda o prefeito Herzem, enquanto que os nomes de José Pedral e Elomar Figueira figuram entre os preferidos. Elomar não pode por estar vivo, mas o professor Matheus sugeriu uma das obras do artista para nominar, que seria Campo Branco.
De qualquer sorte, todos os três nomes citados engrandecem a nossa história. Vamos pra frente, ouvindo e escutando. O que Conquista quer é voar mais alto!















Penso que os nomes de Glauber Rocha e Camillo de Jesus Lima são expressivos para a nossa região, bem mais que o de, também expressivo, Pedral Sampaio. No entanto, não posso deixar de apontar a extrema representatividade de Elomar Figueira Mello para o momento.
Não entendo o posicionamento que justifica o descarte do nome deste genial compositor pelo fato de estar vivo. O que é isso?
O próprio Glauber, se não me engano, deixou o feliz dizer de que “Precisamos amar e respeitar os nossos artistas enquanto vivos!”. Não entendo essa frequência de homenagens póstumas.
É uma amenização da dor ou do sentimento de culpa que confirma que “ninguém é profeta em sua própria terra”? Se há alguém hoje que continua a “corrê trecho”, trabalhando e produzindo, e enaltecendo o nome deste lugar, à beira dos seus 80 anos, esse alguém é Elomar. Vejam quantas homenagens estão sendo prestadas a esse filho da terra neste 2017. “Já inté perdi as contas…”.
Defendo e propago o nome do “Bode” por entender que é ele o mais expressivo representante desse lugar, dessa região, do Grande Sertão, da cultura nordestina. Uma bandeira que trêmula em nome de uma aldeia cada vez mais esquecida pela Urbis e descaracterizada por tantos viés alienígenas destruidores da nossa identidade e das expressões da nossa alma.
Espero que independente do nome que lhe atribuírem, o que mais importa é o benefício social. Apesar de residir há mais de quarenta anos em São Paulo, amo a cidade que me lançou ao mundo. Prof. Me. Jailton
Acho o nome CAMPO BRANCO muito sugestivo. Campo remete a aeroporto e BRANCO nos lembra o pó branco da caatinga.
Elomar figueira Mello com certeza!!!!
J.Pedral pela sua história de amor a Conquista. Elomar também é um excelente nome, mas segundo a lei homenagens desse tipo só póstumas.
Acho que o nome Elomar, cai muito bem, pq e um representante e defensor da caatinga
E um filho industre de Conquista
Essa questão de nome a um bem publico, vejo com uma seguinte ótica,homenagear alguém que muito fez pela cidade em termos de concreto.
Os nomes de Elomar e Glauber Rocha nesses termos nada significa para mim.Enquanto Woody Alen motiva os produtores a filmar em Nova York, não conheço nada de Galuber que fale da nossa cidade.Elomar?Cantor e compositor de minoria.
José Pedral Sampaio tem uma historia sem igual.Dedicou toda a sua vida e inteligencia para ajudar a essa cidade.Tudo o que existe tem a sua mão, e dexou planejamento para os dias de hoje.Tenho imensa admiração por Pedral e na minha modesta opinião seria um bom nome, como outros que não citei, como Jadiel Matos, Senhor Lima antigo gerente do Banco do Brasil, que lutou e implantou a cafeicultura na região.
O mais importante é que conclua o aeroporto, é necessário que o nome seja uma homenagem justa, mas ainda melhor que possa elevar a cidade pra além das fronteiras.
Glauber Rocha é o nome que remete os passageiros a uma reflexão da homenagem.
Aeroporto Tom Jobim no Rio de Janeiro por se só se explica.
Todos nomes citados são dignos, respeitados e merecedores da homenagem, mas eu defendo Glauber Rocha.
O aeroporto de Fortaleza homenageia Pinto Martins, figura cearense extraordinária, de uma história Belissims, mas poucos conhecem, mas se fosse Aeroporto Luiz Gonzaga por exemplo tinha outra conotação. Discorda?