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Cheguei acreditar que o ex-prefeito Guilherme Menezes estaria definitivamente abrindo mão de qualquer candidatura, a não ser para o Senado, caso o PT lhe abrisse essa oportunidade. Para deputado jamais imaginaria. Principalmente depois que ele foi indicado pelo governador Rui Costa para representar o Estado junto a Brasília.
Vimos no gesto de Rui uma premiação ao histórico de Guilherme, dando-lhe a oportunidade de ficar junto à família que reside na capital federal. Chegou-se a cogitar uma Secretaria no Estado na última reforma administrativa. Aí sim, seria uma sinalização para uma possível candidatura à Assembleia Legislativa.
Bem, dessa forma já poderá vir a carimbada resposta: “sou homem de partido, me convocaram e estou aqui para atender. Sempre é uma honra disputar o voto do conquistense”.
Os apoiadores de Guilherme, como ele próprio, já deveriam estar com essa pretensão. É natural. Mas ficaria em off, só viria à tona caso sentissem os ventos favoráveis. Ou seja, caso a administração de Herzem não correspondesse de imediato. Portanto, os “Guilhermistas” apostam nesse possibilidade. Mas cantam os passarinhos que o prefeito tem convicção que a partir do segundo semestre tudo vai melhorar.
Aí, independente de acreditar no capital eleitoral do ex-prefeito, trata-se de continuar o embate com Zé Raimundo e Nonô. É muito voto num balaio só pra Zé disputar. E entraram de sola, o Jorge, atual deputado, fará a dobradinha com Guilherme. Pois bem, Nonô também é alvo.
Hoje no Agito Geral, Bira Mota, ex-vereador de Conquista e também ex-assessor do então deputado Guilherme Menezes em Brasília, será o meu entrevistado.