Entidades do comércio de Conquista reagem contra a ação do MP de Vitória da Conquista
Se já estava ruim, a situação se agrava em Vitória da Conquista no que tange a reabertura do comércio em nossa cidade, que aconteceu no último dia 31 de maio depois da decisão do Comitê de Crise instituído pelo governo municipal, e que foi acatada pelo prefeito Herzem Gusmão.
O Comitê, inicialmente, era composto apenas por membros do governo, em seguida o grupo avançou para uma pluralidade de pensamentos, recebendo, inclusive, o Conselho Municipal de Saúde, entidade questionadora e chamada pelo gestor conquistense de “núcleo petista”, mas sentou à mesa, assim como a vereadora de oposição, Viviane Sampaio, OAB, Câmara de Vereadores, Sincomércio, CDL e Ainvic, sem contar a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que já participavam dos encontros realizados pelo grupo escalado pelo prefeito.
Dr. Uagnis Souza, médico, ex-secretário de Saúde do município, integrante de um grupo de voluntários que apoiaram o alcaide conquistense na sua eleição em 2016, intitulado Conselho Consultivo, também participou das últimas conversas, portanto, segundo a administração do município, “não estamos trabalhando com achismos, é bem verdade que no início estávamos todos perdidos, não só Conquista, o mundo inteiro, embora fomos a primeira cidade da Bahia a fechar o comércio e com isso evitamos a propagação do vírus. Fomos nós que anunciamos para todo o estado o cancelamento do São João, foi Conquista que saiu na frente. Contratamos dois infectologistas, estamos com dados científicos, por que então o Ministério Público quer fechar o comércio? Baseado em que, que números ele tem?”, pergunta o prefeito Herzem Gusmão dirigindo-se, naturalmente, a Drª. Guiomar Miranda, titular do MP, a quem o prefeito chama de “zelosa, cuidadosa, mas equivocada nesta pretensão”.
A Drª. Guiomar Miranda agiu em primeiro instante. Como o prefeito não acatou sua recomendação, ela reiterou o ato, mais uma vez não logrou êxito, daí recorreu a uma ação Civil Publica e a prefeitura terá até a próxima terça-feira para justificar a permanência do comércio aberto.
Nesse ínterim, o comércio reage, junta-se e, através das suas entidades representativas, questiona o MPE e peticiona ao juízo em que corre a Ação Civil Publica afim de ingressar no processo como assistente litisconsorcial, vez que seus interesses convergem com os da prefeitura.















É bem complicado esse negocio de isolamento social.
O mundo foi pego por surpresa e é inegável que o Brasil começou o isolamento social precocemente. Não só pelo clima, mas pela falta de preparação cultural. Ninguém estava preparado para viver isso em pleno carnaval. Deveriam haver suspendido a festa do carnaval. Deveriam haver parado com as aglomerações. Deveria haver uma consciatização do significado de um vírus. Não especificamente o COVID19. Brasileiro é pegajoso, é cristão, é festeiro e futboleiro. Como isolar sem antes preparar. Escola havia aqui na Europa e mascara não é objeto de luxo e moda. Não tem que ser ganha pão.
Isso tudo é estratégia de Herzem Gusmao….o marido de dra Guiomar é cargo de confiança dele….essa pressão do MP é simplesmente para enganar o povo de conquista….é uma saída pra esse governo fraco e incompetente dizer que foi a justiça que fechou o comercio, sendo que, ele está manipulando os dados da COVID-19 para tentar a reeleição.