Meus amigos, minhas amigas, ontem eu tive a honra e o prazer de receber, em minha residência, para gravar o programa Agito Geral, que foi levado ao ar às 19 horas, essa figura querida, ilustre, uma alma generosa, que escreve maravilhosamente bem. Uma pessoa que enxerga, do outro lado, o ser humano, de alma sensível.

Ele entende que, na vida, pode haver divergências, mas jamais devemos romper com aquilo que Deus nos deu, que é o poder da racionalidade, e entender que cada um de nós, seres humanos, temos as nossas limitações. E, daí, precisamos estar preparados para o perdão, para a desculpa. A partir desses princípios, temos a condição de viver em harmonia, transmitir coisas boas e compreender melhor uns aos outros.

E, diga-se de passagem, a nossa entrevista, levada ao ar ontem, foi um espetáculo. Falamos de tudo: de filosofia, de celibato, conversamos, evidentemente, sobre Deus, razão da nossa existência, e também sobre o cenário político nacional, estadual e local.

O Padre entende que a política é uma arte que, infelizmente, é composta por homens e mulheres, por seres humanos. Por isso, às vezes, ela é desvirtuada e acaba trazendo desencanto, sobretudo para a juventude, que fica cética, sem querer acreditar nas instituições. E isso é uma pena.

Padre Carlos, foi realmente uma alegria imensa recebê-lo aqui em nossa casa para gravar esse programa. Tenho certeza absoluta de que a entrevista agradou à nossa audiência qualificada, justamente por termos tido um convidado da sua competência, do seu conhecimento e da sua fala tranquila e serena, que nos convida a refletir sobre a vida.

A vida é curta e precisa ser aproveitada da melhor maneira possível. E uma das melhores formas de aproveitá-la é ouvindo pessoas que nos fazem pensar, refletir e enxergar o mundo com mais sensibilidade.

Muito, muito grato, Padre Carlos, pela deferência em estar em nosso programa. Muitíssimo obrigado.