Já ouvimos muito por aí, aliás, lemos sempre que “todo absurdo que acontecer no Brasil, na Bahia tem precedentes”. Essa máxima não pode vigorar em Conquista, principalmente no assunto que ainda não devo evidenciar aqui, até porque pode dar densidade a um absurdo que eu confirmei na manhã de hoje e que logo um monte de amigos passaram a me perguntar incrédulos, que assim como eu ficaram estupefatos com a notícia. “Rapaz, isso é verdade mesmo? Não é possível que a gente vai deixar!”. Todas as indagações foram com esse teor, sendo que uns autores mais chocados que os outros não se contentavam com as mensagens e ligavam para que a indignação se tornasse mais clara, mais evidente: “nunca vi isso em Conquista, perdemos o controle, isso não faz parte do nosso histórico”. Isso é verdade, isso nunca aconteceu, só que as regras do jogo permitem, as regras são abertas.

Confesso que estou muito preocupado com o destino da nossa cidade, a sua omissão, a minha omissão, a nossa omissão é que pode ter causado isso. Eu não creio que prospere no seu objetivo maior, claro que não, mas fará alguns estragos, porque sabem muito bem o que estão querendo, até pretendem chegar.

Bem, aguardemos, verei os próximos passos para saber como insurgirei, para que eu não fique apenas no espanto, e enquanto isso pulem o muro da nossa casa, leve nossas flores e depois o nosso jardim.