Ivete, Harmonia, Leo Santana e Trio da Huanna são os baianos que fazem parte do FIB!
O Festival de Inverno começou com a proposta de ser um evento voltado apenas para o pop rock, aproveitando o definhamento da Miconquista, que sofreu um processo de esvaziamento proposital, punindo o público que sempre curtiu a festa mais democrática, depois do São João, que “mataram” também, pelo seu caráter popular, onde todos brincavam sem necessariamente precisar comprar ingressos.
O Festival de Inverno acontecia gratuitamente na cidade de Lençóis, na Chapada, começou a voltar os seus olhos para Conquista quando percebeu o enfraquecimento da micareta e que evento não é apenas uma atividade para o lazer e a diversão, mas, principalmente, um grande negócio.
E assim nasce o FIB, engole a marca do Festival de Inverno realizado anualmente no Centro de Cultura, torna-se esse mega espetáculo musical, um verdadeiro caldeirão de ritmos.
O pop rock não resistiu, o “conceito” inicial não suportou a força popular, os artistas da ótima música cantadas pela “sul maravilha” não conseguiram aquecer os cofres dos idealizadores como imaginavam, sutilmente foram colocando o axé para temperar o cardápio. De leve, de mansinho, sem machucar, tome-lhe: Carlinhos Brown, Jau… depois Ivete, Saulo e Durval. Tudo muito bem estudado, em doses homeopáticas.
Hoje, só no palco principal, a música produzida na Bahia é a marca principal: Ivete, Bethânia, Harmonia, Leo Santana e Trio da Huanna, fazem parte da seleção.
Hoje o FIB é um verdadeiro time da música brasileira, é uma seleção, e por isso tem um público diversificado, que traz gente de toda parte do país.















