Da LCDT até chegar à presidência da CBF, entidade máxima do futebol brasileiro. Nadinho é um herói
Conheci Nadinho no Alto Maron, pedindo pelo amor de Deus para Wilsinho Portela deixar ele jogar no União. O baixinho, que lembra um peruano ou chileno, tem orgulho de ser baiano, nordestino e conquistense, claro, e negro, e foi não abrindo mão desses princípios que ganhou a eleição, como me disse ao telefone na última sexta-feira: “lutei contra tudo, foi um esquema pesado, mas ganhamos a eleição sem precisar recorrer aos políticos partidários. Só lembrei de Conquista quando vimos o resultado”.
Nadinho, além de jogar no União, dirigiu a Liga do Alto Maron, depois, convidado por Paulo Gerônimo (in memorian), retornaram com a LCDT que se encontrava acéfala. Ficou na vice presidência quando poderia ser o cabeça de chapa, só que reconheceu em Paulo o idealizador do projeto. Sendo assim, os dois conseguiram o título de Csmpeão do Intermunicipal em 1979, fato que voltou a acontecer em 1984 quando eu estava como presidente.
Nadinho chegou ao ápice por méritos, chegou à presidência da LCDT, assumiu a presidência da FBF e hoje dirige CBF, por isso mesmo será homenageado pelo grande feito, na sua terra junto dos seus amigos.
Antes da eleição mandei uma mensagem ao nosso dirigente e só na última sexta-feira ele me respondeu:
“Boa tarde, amigo Massa.
Desculpa, somente agora que visualizei sua mensagem, estava em um processo eleitoral intenso e somente agora que conseguimos respirar um pouco.
Agradeço muito aos nossos conterrâneos conquistenses pelas orações e torcida.
Contando com suas ideias coerentes e sensatas para nos ajudar na pacificação e purificação do futebol brasileiro.
Abs, Nadinho.”















