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Elquisson Soares, Chico Pinto e Haroldo Lima formaram um trio que a Bahia sentia orgulho e tem na lembrança como três nomes que falavam forte em defesa do estado, do Brasil e da democracia. As vozes de Elquisson, Chico e Haroldo chegavam forte na sede do governo baiano e incomodavam os ouvidos do governador Antônio Carlos Magalhães.

Aqui em Conquista a resistência era comandada por José Pedral, a quem Elquisson atribui a alcunha de “maior liderança política de Conquista”, um líder inconteste, fomentou o surgimento de outros nomes que simbolizaram a oposição ao regime militar.

Elquisson fala de Pedral, Tião, Jadiel, Orlando Leite, Nilton Gonçalves, Fernando Spinola, Lula, Bolsonaro e de outros nomes da política local, estadual e nacional.

Gravei com Elquisson no último dia 21 de abril, na Praça Barão do Rio Branco, palco de grandes e memoráveis comícios que pareciam verdadeiras aulas de história.

Às 19h conversarei com esse grandioso homem público que mantém sua marca impregnada na memória dos conquistenses.