Carlos Dudé, MDB, e Elias Dourado, PCdoB, avaliam o segundo turno em Conquista
O guarda-chuva do MDB de Ulysses Guimarães, de Pedro Simon, Waldir Pires, Romulo Almeida, Pedral, Tião, Murilo, Jadiel e Elquisson Soares acolheu muita gente que vivia na clandestinidade, ficavam rezando, quase que pela mesma cartilha, havia algo em comum entre essa turma que queria redemocratizar o país, todos abraçaram a ideia de Dante de Oliveira: Diretas Já!!! Era um clamor popular.
Haroldo Lima, Luís Nova, Ubirajara Mota e jovens estudantes de Conquista como Geraldo Botelho, José Dias, Inamara Melo e Emilson Piau, dentre outros, só esperavam o momento certo para assumir a sigla comunista que estaria por vir. Enquanto isso, todos esperavam a chuva passar.
MDB e PCdoB sempre foram bons parceiros, sempre conviveram harmonicamente, até que a dinâmica da política lhes impuseram uma breve separação. Agora, por exemplo, estão em lados opostos, são, talvez, adversários ferrenhos.
Elias Dourado, professor e militante político desde os tempos de jovem, foi um dos interlocutores da campanha do deputado Zé Raimundo. Sempre muito cortês, foi o link entre o candidato do PT e a sociedade conquistense nos seus mais diversos segmentos.
Hoje, às 19h, ouviremos Dudé e Elias. Saberemos as opiniões discordantes dessa duas figuras que convivem conosco o dia a dia. Elias falará pelo projeto de Zé Raimundo, em seu nome próprio, enquanto que Dudé tecerá comentários sobre a campanha vitoriosa de Herzem.
Aguardo a sua audiência às 19h, no Agito Geral, na 100.1.















