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Lembramos muito bem que o Brasil só propagava o futebol, como se fosse o único esporte sobre a face da terra.

O tempo foi passando e outras modalidades foram ganhando espaço, sendo descobertas e nos tornamos um país olímpico. Aí insistiam em dar densidade aos esportes nobres, modalidades de quadra, até que os tatames, piscinas e atletismo foram sendo reconhecidos. O automobilismo virou paixão.

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O Brasil é um país plural, é muita cultura, o nordeste brasileiro é uma nação à parte, e o bravo vaqueiro não se acomodou e foi pra cima, “estamos aqui, respeite o meu cavalo e a minha roupa de couro”, devem ter dito, e hoje emprega gente, movimenta a economia e transformou a vaquejada numa grande festa.

Júnior Leal, conquistense, apaixonado desde cedo pela “vaquerama”, esteve em Brasília participando de uma manifestação pacífica, mas firme, para que as autoridades não olhassem o esporte como um “ato criminoso contra os animais”. Conquista apresenta números incríveis sobre a vaquejada que se apresenta como uma manifestação não só de paixão, mas também instrumento de movimentação da nossa economia.

Hoje Júnior Leal conversará conosco.