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As redes sociais, os horários políticos, blogs, programas de rádio, enfim, as fortes chuvas que caem sobre a cidade evidenciam o quanto somos frágeis para receber tudo que desce da parte alta da cidade.
O atual prefeito afirma que tudo que fez em termos de estrutura asfáltica foi de qualidade e não corre risco de danificação. Os problemas das águas que correram sobre a Olívia Flores, Régis Pacheco, Terminal da Lauro de Freitas, São Geraldo, Ascendino Melo e que deságuam na Vitor Brito caíram sobre o colo do prefeito e aí, claro, para tirar minhas dúvidas precisei recorrer aos especialistas, e o fiz:
“Você sabe qual é a minha posição. Já conversamos sobre isso no seu programa. Depois de Pedral, NINGUÉM investiu em canais pluviais. Hoje a cidade derrete com chuvas normais. Quando a pluviosidade aumentar, a cidade vai pagar um alto preço por tanta irresponsabilidade”, assim me respondeu um engenheiro civil.
A outro conhecedor da área, também procurei saber: “A cidade não tem macrodrenagem. Praticamente 100% da água de chuva escorre pela superfície.
Políticos não fazem este tipo de obra, pois são ‘escondidas’. Sem visibilidade.”
Como veem, a disputa pelo voto faz gente “vender verdades e mentiras”, eu não creio que isso seja bom para o eleitor que busca a verdade.
Com a palavra Gerson Sales, Pedral, Orlando Leite, Nilton Gonçalves, Jadiel Matos, Raul Ferraz, Pedral, Gildasio Cairo, Murilo Mármore, Guilherme Menezes, Zé Raimundo, Hélio Ribeiro e o próprio Herzem.