Festival entra em campo com força máxima!
Quando se tem uma grande decisão no esporte, seja no vôlei, basquete ou, claro, no futebol, o treinador não quer correr risco e escala o que tem de melhor para vencer o jogo. O Festival de Inverno caminhava para encerrar o seu ciclo, segundo os próprios organizadores. Todos, sem exceção, me diziam: “não dá mais, as contas não fecham, escapamos por um triz”, afirmavam.
A proposta inicial do Festival foi fazer um evento conceitual, aproveitando o charme da cidade e o clima frio que veio a ser a principal atração para atrair os nativos e turistas. A força da tv, sua magia de evidenciar imagens envolveu a todos, sobretudo os patrocinadores que apoiaram a ideia de que a cidade precisava abraçar o pop e o rock, e esquecer a festa de rua que vinha com o seu carro chefe, o axé, apresentando um certo declínio depois de reinar absoluto em todo o país durante 30 anos.
Para ser objetivo, a Icontent teve que escutar os apelos da rua e recorrer ao axé, ao sertanejo, forró (?) e, por último, ao pagodão. E com a grade de hoje composta por Ivete, Iza, Leo Santana e o Grande Encontro, está muito claro que não basta vencer, é preciso ganhar e ganhar bem, fazer quantos gols forem necessários. O Festival de Inverno chega ao seu segundo dia com o título já garantido, amanhã será apenas para cumprir tabela. Safadão, Anitta e Nando Reis fecham com chave de ouro os três dias de diversidade musical e cultural.
Hoje, portanto, quem for ao Parque de Exposições, como me disse hoje pela manhã o jornalista Rodrigo Ferraz: “hoje quem tirar o pé do chão perde o lugar”.
















