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Aos 74 anos, foi homenageado pela última vez e enterrado no Cemitério da Saudade Aélio Tavares Mota, uma figura querida, discreta, vítima de um infarto que o levou a óbito. Aélio veio a falecer numa cidade do interior de Minas, onde fazia companhia a Giano Brito, filho de Flávio Brito, amigo irmão de um dos principais jogadores do futebol conquistense nos anos 60 e 70.

Zé Maria Áreas, profundo conhecedor do nosso futebol, me assegurou depois de fazer-lhe uma consulta ao telefone: “foi um excelente ponta direta do União, quando a equipe alviverde foi presidida pelo saudoso Dema, da Farmácia Lia”.

Os irmãos de Aélio, todos presentes ao velório, relembravam ao lado dos amigos que ele envergara também as camisas do Humaitá e do Comerciário, clubes que deram tantas alegrias aos torcedores no campo Edvaldo Flores, à época totalmente de terra. Aélio, depois de deixar as quatro linhas, voltou à campo no Parque de Exposições, onde participou do campeonato que era organizado pelo Massicas e Magnatas, defendendo o Palmeiras de Bira de Zera.

Registramos aqui os nossos sentimentos de solidariedade aos familiares e amigos.