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O ano foi 1993, na pracinha do Gil, o Bloco Massicas entrava triunfal ao som do Chiclete Com Banana no palco principal do percurso quilométrico que nos levava até a Bartolomeu de Gusmão. Os trios se concentravam em frente ao Colégio Sacramentinas, desciam vagarosamente até a lateral do Bom Preço e começava um ritual maravilhoso de aproximadamente seis horas de desfile. Siqueira Campos, Praça do Gil, continuava na avenida, na Chame Chame descia a Otávio Santos, na Bartolomeu fazia a rotatória em frente à Nordeste Construções, seguia até a rotatória do Hospital Samur com a Rua do Gancho, o caminhão da alegria seguia pela Bartolomeu até chegar à Praça Vitor Brito.

Era o primeiro ano do Chiclete com o Massicas. Ao chegar à Vítor Brito, lembro bem, Bell com um simples olhar, me chamou para ir até ele e perguntou fora do microfone: “termina aqui?” Não, é metade do percurso, respondi. Ele sorriu e prosseguiu pela Ascendino Melo, deu uma parada básica no Aero Bar, continuou pela São Geraldo, lá na frente entrou na Vivaldo Mendes, passou novamente pela Pracinha do Gil e encerrou a maratona no Posto Aline. Era apenas o primeiro dia dos três que o Chiclete comandaria a alegria dos foliões do Massicas e do folião pipoca. Marcelo Borba Freire e Fabrício Andrade registraram esse momento mágico dentro do bloco, na festa que projetou Vitória da Conquista para todo o Brasil.

Assim como os dois, tem um “rio de gente” querendo ir atrás do trio. Dia 27 de abril teremos uma prévia.