Forró: Patrimônio do povo nordestino
Música não tem limites, não existem barreiras, não temos como controlar as várias vertentes, os diversos ritmos. A música faz bem, nos traz alegria, marca para sempre momentos inesquecíveis. A música brasileira é rica, são estilos diferentes, mas nenhum identifica tanto a nossa gente, o nosso povo, principalmente o nordestino, como o bom e gostoso forró.
Gonzagão foi o seu principal cantador e propagador, outros nomes como Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Dominguinhos e mais uma infinidade de poetas sertanejos difundiram a música que alimenta a alma de todos nós. Já é um patrimônio do nordeste brasileiro, tornar-se-á, por decreto ou não, do povo brasileiro e em breve será registrado como patrimônio cultural e imaterial junto aos órgãos IPHAN e IPAC. Essa é a luta do grupo Matrizes do Forró, composto de autênticos forrozeiros, desde artistas, compositores e produtores que fazem a defesa da nossa boa e autêntica música.
Amanhã às 18h a minha entrevistada no programa Agito Geral será uma idealizadora do grupo, persistente na luta e que vem garimpando ao lado de idealistas a valorização da sanfona, do zabumba e do triângulo. Rozania Macedo é formada em administração de empresa, pós-graduada, MBA MKT Branding. Trabalhou durante 12 anos na Rede Bahia de Televisão, durante seis anos esteve ao lado de Aldemário Coelho no início da sua carreira. Rozania preside o Comitê Deliberativo da Bahia em defesa do Registro das Matrizes do Forró. Amanhã, portanto, contamos com a sua audiência.
















