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ACM Neto foi saudado por Márcio Victor, do Psirico, no circuito Barra Ondina. Neto estava no camarote do prefeito Bruno Reis quando foi identificado pelo artista.

Uma verdadeira multidão tomou conta ontem do Circuito Barra Ondina para assistir artistas dos mais variados ritmos da música baiana. Teve axé, pagode, arrocha e, claro, espaço também para outros gêneros que não pertencem originalmente ao universo musical da Bahia. Tivemos o funk de Anitta, música eletrônica e tantas outras vertentes. É um verdadeiro caldeirão efervescente de sons e emoções.
O Circuito Barra Ondina surgiu exatamente para distribuir o público que vem de várias partes do mundo, de outros estados, do interior da Bahia e também da própria capital, já que o Campo Grande e o Pelourinho não comportavam mais, sozinhos, toda essa demanda. Essa alternativa tornou-se, ao longo dos anos, o circuito com maior presença de público e também o preferido de muitos artistas para se apresentar.
Isso não tira, evidentemente, o brilho do Campo Grande. Muito pelo contrário. Aqueles que são fiéis às tradições continuam preferindo o circuito mais antigo. Salvador, enfim, está completamente lotada, vivendo mais uma vez a grandiosidade do seu Carnaval.
Durante o desfile de ontem na Barra Ondina, a banda Psirico, liderada pelo cantor Márcio Vitor, artista que mantém uma relação extremamente próxima com o povo baiano, identificou no camarote do prefeito de Salvador, Bruno Reis, a presença do seu amigo, parceiro político e ex-prefeito da capital, ACM Neto. :: LEIA MAIS »
Baiana System homenageia Lula no Campo Grande. O presidente estava no camarote do governador Jerônimo, acompanhado do vice Geraldinho e do ministro Rui Costa.

Segundo o governador Jerônimo Rodrigues, em entrevista concedida a um canal de televisão na manhã de hoje, pela primeira vez um presidente da República vem passar o Carnaval em Salvador. O presidente Lula veio com sua equipe, vários ministros, acompanhado também da esposa Janja, em uma visita institucional.
O presidente esteve no camarote do governador, que estava ao lado do seu staff, do vice-governador Geraldo Júnior e do ministro Rui Costa, que deu todo o suporte necessário à presença do chefe do Executivo nacional na capital baiana. No Circuito Campo Grande, o desfile das atrações contratadas pelo Governo do Estado e também pela Prefeitura de Salvador estava completamente tomado pelo público.
E isso prova que o Carnaval de Salvador, por mais mudanças que aconteçam e por mais dificuldades que o baiano enfrente, continua sendo uma festa que leva o povo às ruas. Foi exatamente isso que vimos neste ano. Pelourinho lotado, Circuito Barra Ondina completamente cheio e, no Campo Grande, não havia mais espaço para ninguém. Quem estava com o pé no chão, se levantasse, não conseguia mais encontrar lugar, parecia até que estava gravitando no meio da multidão. :: LEIA MAIS »
Blitz do Silêncio e Ronda Animal manterão atividades durante feriadão de Carnaval

Durante o feriadão de Carnaval, a Prefeitura de Vitória da Conquista manterá os serviços essenciais para garantia da ordem pública e do bem-estar animal. As equipes da Blitz do Silêncio e da Ronda Animal atuarão em horários especiais para atender às demandas da população deste sábado (14) até terça-feira (17). A iniciativa visa equilibrar o clima festivo com o respeito ao descanso dos cidadãos e a proteção dos animais que circulam pelas vias públicas.
A fiscalização contra o excesso de ruídos terá atenção redobrada. No sábado e domingo, as equipes atuarão em horário normal, das 19h a 0h. Já na segunda e terça-feira, o serviço funcionará em regime de plantão, das 7h às 14h, monitorando denúncias e garantindo o cumprimento da lei do silêncio.
O serviço de Ronda Animal também segue ativo para prevenir acidentes e proteger animais em situação de risco ou abandono. No sábado e domingo, o atendimento ocorre das 7h às 22h. Na segunda e terça-feira, a equipe atua em regime de plantão das 7h às 14h. :: LEIA MAIS »
O caso Sashira: como todos sabem, o nosso blog não segue essa linha editorial, não divulgamos tragédias, mas esse caso nos convida a uma reflexão.

Vitória da Conquista, a Bahia e boa parte do Brasil acompanharam com profunda comoção o que aconteceu com a jovem estudante de Engenharia, Sashira.
Um fato doloroso, que abalou a cidade e ultrapassou seus limites, provocando em todos nós um sentimento coletivo de tristeza e perplexidade.
Os leitores do nosso blog sabem que não costumo divulgar tragédias, sejam crimes, suicídios ou acidentes que interrompem vidas de forma abrupta. Sempre procurei preservar o olhar voltado às coisas que inspiram, que constroem, que elevam o espírito humano. Mas há acontecimentos que nos obrigam a parar. A refletir. A olhar para dentro.
E se existe alguém sensível a episódios que causam dor às famílias e à sociedade, sou eu. Confesso que me fragilizam profundamente. Porque acredito que a vida deveria nos conduzir apenas às alegrias, às conquistas, aos encontros que nos fazem crescer. Chorar, se possível, apenas de emoção e gratidão.
O caso Sashira, no entanto, nos impõe silêncio e reflexão desde o primeiro instante. Uma jovem com o futuro inteiro pela frente, sonhos, planos, caminhos ainda por percorrer. Uma vida interrompida de forma irreversível, deixando um vazio que nenhuma explicação consegue preencher. :: LEIA MAIS »
Pietro Rocha, Guilherme e Arthur Quadros: o que terá passado pelas cabecinhas desses três meninos conquistenses ao entrar em campo com os seus ídolos?

Mesmo sem perguntar, temos certeza de que a emoção e a alegria dos pais, ao propiciar um momento mágico como esse, devem ser de rara felicidade. Ainda mais pais dedicados, que levam seus filhos sempre para a escolinha, para o CT, onde eles possam praticar o esporte mais popular do planeta, que é o futebol.
E diga-se de passagem: são craques, cracaços de bola e que, pelo que vemos, logo, logo estarão, em um futuro breve, ostentando a camisa de um dos grandes clubes brasileiros. Mas o que passa realmente pelas cabecinhas dessas três crianças, amigos, filhos de amigos nossos?
O que passa? O que passou? O que eles ainda vivem depois de ir ao Estádio Barradão assistir ao jogo do Flamengo contra o Vitória, em que a equipe rubro-negra saiu vencedora? Mas o que realmente ficou? Qual foi o filme? :: LEIA MAIS »
Ivete Sangalo continua sendo a preferida das cantoras do axé. A artista fará a alegria do Bloco Coruja, dos camarotes e do folião pipoca.

Entre ano entra e ano sai, Ivete Sangalo segue insuperável no Carnaval da Bahia. Em cima do trio elétrico, ela é simplesmente imbatível. A sua alegria contagiante, suas canções marcantes, a potência do seu trio, a sua magia e o seu carisma formam um conjunto difícil de igualar.
O folião, acostumado a curtir o Bloco Coruja, sabe que com Ivete sempre há algo especial. Mesmo sendo, por si só, um espetáculo completo, ela sempre surpreende. Uma palavra diferente, uma brincadeira, uma energia única e, sobretudo, a música. A cada Carnaval, surge uma novidade que rapidamente se espalha pelo Brasil inteiro e embala o público ao longo de todo o ano.
Mais uma vez, Ivete Sangalo lidera a preferência popular como um dos grandes nomes da música do Carnaval baiano. É um fenômeno que se repete desde o início da sua carreira. Premiada inúmeras vezes, quando lança uma música nova, ela já chega pronta para ser cantada em coro, ecoando por todos os cantos da cidade.
Ivete é uma artista segura de si, determinada, vibrante e intensamente conectada com o público. É uma mulher que sabe exatamente o que quer e vive a música com paixão. Por tudo isso, permanece como a eterna rainha do Carnaval da Bahia. :: LEIA MAIS »
“Já é carnaval, cidade, acorda pra ver…” A música é composição do artista baiano Jerônimo. Ela segue atemporal. É um hino!

Existem músicas que são verdadeiros hinos, que fazem parte das nossas vidas e jamais saem dos nossos pensamentos, dos nossos corações e das nossas almas. Em se tratando de música carnavalesca, essa canção de Jerônimo é, sem dúvida alguma, uma das mais emblemáticas e marcantes da história do axé baiano.
Ela é um chamado. Um despertar coletivo. Um aviso aos soteropolitanos, lá atrás, de que a festa momesca já estava começando. E quem ouve essa canção sabe perfeitamente o que ela significa. É anúncio, é convite, é alerta ao povo mais festivo do Brasil de que o Carnaval chegou.
E ela atravessa gerações. Continua viva dentro de cada um de nós, sobretudo daqueles que sentem a música como identidade, como pertencimento. Aqueles que vivem a folia momesca não apenas como festa, mas como expressão cultural, como celebração da vida. :: LEIA MAIS »
Bell Marques: com abadás esgotados todos os dias, o artista continua escrevendo uma linda história. É como se estivesse começando tudo outra vez.

O artista Bell Marques é, sem dúvida alguma, um verdadeiro caso para estudo. Essa afirmação procede diante de tudo o que acontece ao seu redor desde os tempos da banda Chiclete com Banana. O que ele faz em cima de um trio elétrico é algo impressionante. E não é preciso tentar explicar demais, porque basta ver, basta acompanhar, seja dentro do bloco ou na pipoca.
Bell Marques é foco, é disciplina, é paixão pelo que faz. Cantar, tocar sua guitarra e conduzir multidões com acordes inconfundíveis é o que lhe dá prazer. Ele mesmo já disse algo que define bem sua essência: seus refrões são feitos para o povo cantar, para virar um grande coro coletivo.
E há um detalhe simbólico que diz muito sobre sua forma de se relacionar com o público. Bell não canta de óculos escuros. Prefere olhar diretamente nos olhos do folião. É uma conexão verdadeira, direta, humana.
Os números comprovam tudo isso. Abadás do Bloco da Quinta, do Vumbora e do Camaleão esgotados. Camarotes com ingressos encerrados. Onde Bell está, a festa acontece em sua potência máxima. Ele ultrapassa qualquer expectativa do folião soteropolitano, do interior da Bahia, do Brasil e até do mundo inteiro, que desembarca em Salvador para viver o Carnaval ao som da sua voz. :: LEIA MAIS »
Presidente da Câmara Ivan Cordeiro e subtenente Muniz vão à Caixa discutir possível destinação de recursos do Finisa

O presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, vereador Ivan Cordeiro, acompanhado do colega do PDT, o subtenente Muniz, esteve na Caixa Econômica Federal para uma reunião com a superintendência da instituição.
A visita teve como objetivo buscar esclarecimentos técnicos acerca do empréstimo do Finisa, no valor total de quatrocentos milhões de reais, contraído pela Prefeitura. Os vereadores foram em busca de informações sobre a possibilidade de destinar trinta milhões desse montante para a construção de casas populares.
A iniciativa surge após questionamentos públicos envolvendo a aplicação dos recursos, especialmente no que se refere à discussão sobre a construção de um novo prédio para a Câmara Municipal. O tema ganhou repercussão na imprensa local e gerou debate entre a população.
Diante desse cenário, os parlamentares entenderam que seria prudente ouvir diretamente os técnicos da Caixa para saber se, dentro das regras do contrato firmado, existe margem legal e financeira para redirecionamento de parte dos recursos para habitação popular. :: LEIA MAIS »
Conquistar: um projeto educacional que deu certo. 28 jovens aprovados pelo SISU

O projeto Conquistar é uma prova palpável de que administrar uma cidade vai muito além de asfaltar ruas, construir praças, plantar árvores, erguer creches ou oferecer lazer. Tudo isso é fundamental, claro. Mas governar é também acreditar em sonhos, sobretudo naqueles que parecem distantes ou até impossíveis.
No caso do Conquistar, temos um exemplo claro de que não se deve cruzar os braços achando que determinada obrigação é apenas de outro ente federativo. A iniciativa partiu da Coordenação de Juventude, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e chegou à prefeita Sheila Lemos por meio do secretário Marcos Ferreira e do coordenador Luizinho.
O projeto foi apresentado. A prefeita acreditou. Mas era preciso ampliar a corrente do bem. E foi aí que entrou a iniciativa privada. O cursinho Zênite e a UNINASSAU deram as mãos ao poder público. Essa união foi decisiva para que o sonho se tornasse realidade. :: LEIA MAIS »













