“Conquista precisa, urgentemente, de energia elétrica e água. A cidade não suporta mais”, disseram-me três figuras que pensam o município
Na quinta-feira, encontrei um empresário e professor conquistense que me fez a seguinte pergunta: “Massa, em sua casa, no bairro Recreio, tem faltado energia? Porque aqui na minha residência tem faltado, e eu considero isso um perigo.”
Respondi: “Amigo, aqui também está acontecendo. Só das 14h às 15h, foram três vezes que a energia foi embora.” Perguntei por que ele estava tão preocupado. E a resposta veio: “A cidade não resiste mais. O consumo de energia é muito grande, e o que temos aí não dá conta. Isso pode provocar um apagão e prejudicar muita gente.”
Ontem, um amigo me convidou para acompanhá-lo a um evento importante para a economia de Vitória da Conquista. Estávamos lá havia cerca de meia hora quando chegou outra pessoa. A conversa voltou às quedas de energia, e os dois também se mostraram preocupados.
Um deles disse que Vitória da Conquista precisa conversar com a Coelba com urgência para entender o que está acontecendo. Falou dos prejuízos que uma falta de energia poderia causar, inclusive às indústrias e aos hospitais, sobretudo àqueles que porventura não disponham de equipamentos de emergência.
O outro amigo, profissional da engenharia que conhece Conquista como a palma da mão, foi além: “Além do problema da falta de energia na cidade, com a Coelba já não conseguindo atender a toda a demanda, nós temos outro problema seríssimo, que é a falta d’água. Vai chegar um momento em que os nossos reservatórios não suportarão mais.”
E aí, como fazer? Como atrair investimentos de fora se houver dúvidas sobre o fornecimento de duas coisas tão fundamentais para o progresso de uma cidade: energia elétrica e água? É uma possibilidade que preocupa e que merece esclarecimentos.
Por enquanto, não vou revelar os nomes dos três, mas farei isso logo, logo. Faço esse registro porque são preocupações de pessoas que conhecem a nossa cidade, acompanham seu desenvolvimento e pensam no seu futuro. E a gente ainda vai falar mais sobre isso, porque dessa conversa deverá sair algo importante.














