Estivemos hoje na Câmara Municipal de Vitória da Conquista para conversar com os nossos representantes parlamentares, que, na verdade, são a caixa de ressonância da cidade. Ali é o lugar mais próximo, e não me refiro aqui à proximidade geográfica, mas à proximidade humana. É onde estão os homens e as mulheres que foram escolhidos de forma democrática para representar o nosso município.

São vereadoras e vereadores, vozes que podem acolher as demandas dos conquistenses, indistintamente: do pobre e do rico, do evangélico ao católico, do kardecista aos apreciadores das religiões de matriz africana. Vivemos em um estado laico, e Vitória da Conquista também é uma cidade ecumênica, representada pelas mais diversas expressões de fé.

A Câmara, composta por vinte e três vereadores, cumpre o seu papel de identificar as necessidades da população e buscar soluções junto ao Executivo Municipal, ao Estado e, quando necessário, ao governo federal. Há quem diga que o vereador deve se limitar aos assuntos do município, mas isso não procede. O vereador é um representante legítimo da cidade e tem o dever de cobrar, pedir e dialogar em qualquer esfera, ainda que não possa deliberar institucionalmente sobre temas estaduais ou federais. Não foi isso que aconteceu quando foram a Brasília discutir a questão dos viadutos no perímetro urbano de Conquista?

Também é atribuição dos vereadores apresentar e anunciar conquistas oriundas de emendas parlamentares que chegam para fortalecer obras e ações importantes para o município.

Hoje, ouvimos o presidente Ivan Cordeiro, o vereador Nelson de Vivi e o vereador Luciano Gomes, do PCdoB. Três parlamentares de partidos distintos, mas unidos na defesa de que a população de Vitória da Conquista precisa ser ouvida por meio da representação parlamentar dos seus edis.

A Câmara é, e sempre será, a voz mais próxima do povo.