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O transporte público em nossa cidade vem circulando de forma trôpega já faz muito tempo. Quando o prefeito Guilherme Menezes assumiu o comando administrativo da cidade, um dos seus primeiros atos foi “quebrar o monopólio que era mantido através da Viação Conquistense”. Os empresários vindos do estado de Minas Gerais, parece-me de Governador Valares, os três irmãos criaram vínculos com a cidade e, capitaneados por Seu Vavá, o pai, se instalaram defitivamente na terra do frio e o mais velho, Marivaldo Rodrigues, chegou a presidir o time profissional do Serrano Sport Clube.

A empresa precisou retirar-se de Conquista, o que permitiu que segmentos de nossa comunidade propagasse que “o PT quebrou a Conquistense, expulsou-a sem pena e sem dó”, diziam. Os problemas continuaram, as reclamações contra os prestadores do serviço de transporte urbano continuaram e hoje chega a um pantamar preocupante. O prefeito Herzem Gusmão tomou medidas radicais para resolver a situação e tranquilizar a população nesse item tão importante que mexe com o ânimo de todos.

O ex-vereador Arlindo Rebouças, no exercício do seu mandato na tribuna da Câmara, denunciou o que ele chama de “lesar os cofres públicos. A Viação Cidade Verde contou com a benevolência do prefeito Guilherme. Ele foi indiferente e os usuários pagarão por essa omissão”, afirmou Arlindo que a seguir denunciou a Viação Cidade Verde ao Ministério Público, classificando o ex-prefeito como réu na ação por ter sido omisso, segundo ele.

O advogado Pedro Eduardo Pinheiro da Silva, professor de Auditoria Tributária em cursos de Pós-Graduação, Mestre em Direito Tributário (USP), MBA em Gestão Empresarial (Fundação Dom Cabral), além de Contador PUC Minas Gerais, será nosso entrevistado hoje no programa Agito Geral quando explicará com detalhes o que aconteceu e o que pode acontecer com o sistema de transporte público na capital do sudoeste da Bahia.

Convidei o representante da empresa Cidade Verde para também apresentar as suas demandas, mas ele preferiu se abster de participar e justificou que “nesse instante o que mais importa é a prudência”.